A Polícia Civil de Jataí, no sudoeste de Goiás, investiga a morte do detento Vagner Severiano Martin, de 24 anos, assassinado dentro de uma viatura de transporte de presos da agência prisional. Ele foi morto, por volta das 15h20 desta quarta-feira (15), quando estava voltando de uma consulta médica, escoltado por agentes prisionais.

Segundo informações da polícia, os agentes foram abordados e rendidos na Avenida Castelo Branco, em frente à sede do quartel do Exército, local que fica próximo à unidade prisional da cidade.

Segundo informações do Delegado Regional da Policia Civil de Jataí, Marcos Guerine, a execução foi praticada por quatro elementos. Eles aproveitaram o momento em que o veículo que levava o preso passava por uma lombada para interceptar a viatura da agência prisional.

Os assassinos interceptaram os agentes prisionais no momento em que eles reduziram a velocidade para passar pelo quebra-molas. Eles usaram um carro para fechar de surpresa o camburão onde estavam os agentes e o preso, obrigando aos agentes a parar bruscamente para evitar uma batida.

Neste instante, os criminosos renderam os agentes prisionais, os ameaçando de morte. Os criminosos estavam armados, disse o delegado.

Marcos Guerine afirmou também que os assassinos. após renderem os agentes, abriram a porta traseira do camburão e atiraram por diversas vezes contra o reeducando, que não teve como se defender. Depois que os executores fugiram, os agentes chegaram a socorrer o detendo, e o levaram para o centro médico municipal de Jataí.

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Mas ele não resistiu aos ferimentos e acabou vindo a morrer.

Após o homicídio, a polícia iniciou a busca pelos assassinos, de posse de informações sobre o veiculo usado no crime. Mas até o final da noite desta quarta-feira, não haviam sido localizados. O delegado disse que o inquérito policial deve ser concluído em um prazo estimado de 30 dias.

Na viatura da agência prisional a Polícia Técnico-científica encontrou vestígios de 11 disparos, muitos dos quais acertaram o preso.

A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) não se pronunciou sobre o caos até o momento. Em entrevista gravada em 2014 o detento assassinado disse que já havia sofrido varias tentativas de homicídio. Assista:

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