O país gigante da América Latina, que é o Brasil, atravessa o seu pior momento político e econômico que se tem conhecimento e, obviamente, com esse contexto totalmente adverso em que estão mergulhados os brasileiros e quem mais por aqui vive, se traduz em uma série de acontecimentos que prejudicam a todos sem distinção, independente, por exemplo, da inclinação política de cada indivíduo na sociedade pluralista brasileira.

Fato é que "a bola da vez" é um grave problema de saúde, que vem acometendo centenas de pessoas até o presente momento. Trata-se da doença da febre amarela, cuja incidência de casos tem levado algumas nações a impor que os viajantes oriundos do Brasil portem o certificado de que se vacinaram contra a patologia, no momento em que chegam às nações de destino. Tais informações, lamentavelmente, são oficiais e foram anunciadas pelo próprio Ministério da Saúde na última sexta-feira (24), diante do pior surto de Febre Amarela das últimas décadas.

A situação já ligou o alerta vermelho, pois, de acordo com os funcionários da pasta em questão, Equador, Panamá, Nicarágua, Venezuela, Cuba e Costa Rica estão pedindo, de forma oficial, que os visitantes e turistas em geral, provenientes do Brasil, estejam munidos do conhecido certificado internacional de vacinação contra febre amarela, assim que desembarcarem em seus territórios específicos.

De verdade a situação não está para brincadeira, uma vez que, de acordo com os últimos dados numéricos colhidos e liberados pelo Ministério da Saúde, foi constatado que houve a ocorrência de 449 casos de febre amarela registrados no espaço geográfico do país, acompanhados da morte de 144 pessoas acometidas pela doença.

Vale frisar para os mais desavisados ou desconhecedores, que os sintomas físicos mais corriqueiros da febre amarela são: vômitos, febre, dor nas articulações e, em muitas ocasiões, o doente apresenta icterícia, caracterizada pelos olhos e pele amarelados, daí o nome da patologia.

A pergunta que não quer se calar é: quando o país controlará novamente a incidência deste surto tão comprometedor e, principalmente, quando toda a situação econômica e política da nação voltará a ter o equilíbrio necessário, visando o crescimento como um todo do Brasil e da segurança do seu povo?

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