A violência sexual é um crime particularmente complexo para analisar. Em várias partes do mundo, é muito raramente relatado pelas vítimas. As vítimas desses crimes em alguns países são muito menos propensas a ter sua queixa registrada, devido ao estigma social extremo lançado sobre as mulheres que foram estupradas, ou submetidas à violência ou ao medo de serem repudiadas por suas famílias.

As estatísticas de estupro e outras agressões sexuais estão normalmente disponíveis em países avançados e estão se tornando cada vez mais comuns em todo o mundo.

Foi exatamente isso que aconteceu com uma garotinha de apenas 3 anos. Ela era estuprada, em seguida, era torturada para que ela não contasse que estava sendo vítima de violência sexual pelo próprio padrasto. Mas o acusado foi preso e agora vai responder pelos seus atos. Entenda o caso logo abaixo.

Um homem foi preso pela Polícia acusado de ter torturado e violentado sexualmente a enteada de 3 anos.

O acusado foi identificado pelas autoridades locais como Ivanildo Gomes Coutinho, de 36 anos, que é pastor evangélico na cidade onde ele foi preso, em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais (MG). O suspeito foi preso após um mandado de prisão expedido pela juíza de Várzea Paulista, cidade do interior paulista, onde o crime foi cometido.

Coutinho foi apresentado na segunda-feira (17) na delegacia dessa cidade e vai responder pelo crime que aconteceu há cerca de nove meses.

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Polícia

Segundo informações repassadas pela polícia, o suspeito já tinha algumas passagens pela polícia, uma por receptação e quatro passagens por roubo. Ultimamente, estava atuando como pastor evangélico em Montes Claros.

Além do pastor, a mãe da menina também foi presa acusada dos mesmos crimes. Conforme informações, a mulher teve um relacionamento com o pastor por um ano. Segundo a polícia, foi neste período que a vítima foi abusada pelo suspeito, mas a mãe não denunciou o caso.

Veja o vídeo com uma reportagem sobre o assunto:

Conforme informações policiais, a vítima apareceu com vários hematomas pelo corpo e tinha mudado o seu comportamento. Os exames feitos na vítima comprovaram os abusos sofridos pela vítima, além dos desenhos que a vítima desenhou com o suspeito abusando sexualmente dela, que, segundo a polícia, foi anexado como prova ao inquérito.

De acordo com os policiais, as torturas iam de prender o dedo da vítima na porta a obrigar a criança a tomar refrigerante com pimenta.

Ainda segundo eles, tudo era para intimidar a vítima para que ela não revelasse que estava sendo vítima de abuso sexual. A vítima está sobre os cuidados dos avós maternos e está recebendo ajuda psicológica.

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