Recentemente, o jornalista e apresentador do 'Cidade Alerta', Marcelo Rezende, deu uma triste notícia acerca de sua saúde. Ele, que é considerado atualmente como um dos jornalistas mais Famosos e renomados do país, concedeu uma entrevista ao programa 'Domingo Espetacular', da emissora em que trabalha, e revelou publicamente estar com Câncer no pâncreas.

A notícia, que abalou os milhares de fãs e telespectadores que acompanham a vida e a carreira do apresentador, se tornou um dos assuntos mais comentados e pesquisados pelos brasileiros nos últimos dias.

Devido à repercussão do assunto e à preocupação geral de milhões de pessoas, o site Vírgula publicou uma entrevista realizada pela 'Rádio Jornal', de Recife, na qual, com a ajuda do endocrinologista e também ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ney Cavalcanti de Albuquerque, tiraram diversas dúvidas dos ouvintes e esclareceram detalhes acerca do quadro clínico vivido atualmente por Marcelo Rezende.

De acordo com o doutor Ney Cavalcanti, o pancreático é um dos tipos mais devastadores de câncer e nem sempre é diagnosticado no início, fazendo com que sua chance de cura somente diminua com o passar do tempo, tanto é que sua porcentagem de cura total nos pacientes gira em torno de apenas 1%.

Considerado pelo especialista como um dos cânceres mais cruéis já diagnosticado em seres humanos, o câncer pancreático nem sempre é solucionado com a retirada do tumor maligno que desenvolveu a doença no paciente Marcelo Rezende.

"Na grande maioria das vezes, pode-se retirar o nódulo, mas ainda assim continua sendo um tratamento muito complicado”, afirmou Ney Cavalcanti. O médico, que afirmou que a chance de cura se baseia em uma estimativa de 1% para todos os pacientes tratados com inúmeros recursos cabíveis, afirma durante a entrevista que é uma situação bastante crítica e que a cura realmente passaria por uma espécie de milagre.

A conversa que visava o esclarecimento de diversas dúvidas enviadas pelos ouvintes chegou a um ponto bastante crítico e delicado, no qual o médico fora indagado sobre a estimativa de vida após os tratamentos químicos e radiológicos enfrentados pelos pacientes, que optam pela retirada do tumor.

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A pergunta, que embora direta e temida, traz uma das respostas mais aguardadas pelos pacientes, é respondida pelo médico, que declara: ''Por se tratar de um câncer de mau prognóstico, sendo assim, a sobrevida de um paciente após o tratamento é de no máximo cinco anos''.

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