Dirigir pode parecer fácil para a maioria das pessoas, mas é algo que causa grande receio em muitas outras. Entrar em uma autoescola e tirar a carteira de habilitação é apenas o primeiro passo para a independência automobilística, mas com o documento em mãos, chega o momento derradeiro: pegar o carro e encarar as ruas.

Para contornar o nervosismo de encarar as ruas sozinha, Débora Corrêa, moradora de Curitiba/PR, resolveu fazer algo simples, mas completamente atípico para encarar o desafio de sair sozinha de carro pela primeira vez.

Aos 32 anos de idade, a paranaense já é habilitada há cerca de um ano e mesmo com um carro a sua disposição na garagem, continuava utilizando o transporte público para se locomover.

Segundo ela, nunca teve medo de dirigir, e sim receio de como as outras pessoas reagiriam ao seu modo prudente com o volante em mãos. Para ela, a sua capacidade de dirigir não era a questão problemática, apenas não tinha muita experiência.

Desta forma, após olhar para o carro parado na garagem em um dia quente, ela decidiu que iria fazer algo diferente para buscar seu filho na escola e resolveu encarar o seu objetivo de forma simples, mas inovadora: ela escreveu um cartaz e colou na parte traseira do seu carro.

Grafado, “Sou RECÉM-HABILITADA. Agradeço a paciência!”, ela pegou seu carro e saiu para buscar a criança, mas isso após cerca de duas horas com o mesmo em mãos, pensando se deveria mesmo fazer aquilo ou não.

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Embora a escola fosse localizada há apenas 5 km de distância, o desafio era muito maior. Logo no início do percurso, Débora disse que o carro apagou, e aí veio a primeira surpresa: o veículo que estava atrás a passou, mas fez questão de abaixar o vidro e fazer um sinal de positivo para a jovem motorista.

Após isto e sentindo o efeito benéfico do cartaz, ela contou que outras pessoas, neste mesmo dia, tiveram atitudes similares, a apoiando com gestos e até mesmo palavras.

A situação toda lhe deu muita confiança, e após utilizar o recurso por mais algum tempo, ela deixou o cartaz de lado e passou a dirigir apenas com a sua confiança, muito mais elevada pelo retorno positivo que teve.

Agora, ela diz que ainda tem muito a aprender no trânsito, mas que não sente mais tanta necessidade de utilizar o recurso, embora afirma que se voltar a achá-lo necessário, fará uso dele sem problema algum.

O que você achou da atitude de Débora? Deixe sua opinião e compartilhe esta notícia! Pode ser útil para muitas pessoas que passam por situações parecidas!

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