A polícia prendeu dois suspeitos em São José dos Pinhais, que fica na região metropolitana de Curitiba, no Paraná, pois eles estão sendo acusados de matar e depois esquartejar um cachorro, só porque o animal comeu a carne de um churrasco que estava sendo preparado por eles. O crime foi nessa quinta-feira (24) e chocou a população local.

Os sujeitos estavam preparando o churrasco, quando o cão se aproximou, mordeu um pedaço de carne e saiu correndo.

Os homens foram atrás do animal e conseguiram alcançá-lo. Neste momento, eles começaram a agredir o cão, até que ele morresse, em seguida, começaram a esquartejá-lo.

Muitas pessoas que viram o crime cruel ligaram para a polícia denunciando e uma equipe foi enviada ao local, no bairro Borda do Campo. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente também esteve no local e foi informada pela população que eles providenciaram tudo para que o cachorro fosse enterrado.

A polícia informou que os dois homens que estão sendo acusados do crime bárbaro têm 43 e 51 anos e que no momento em que foram presos, estavam em um local que é muito conhecido como ponto de usuários de drogas. Porém, não ficou confirmado se eles estavam fazendo uso de algo proibido ou não.

Os dois foram colocados no carro da polícia e levados até a delegacia para prestarem esclarecimentos e contar sua versão dos fatos.

Eles chegaram a confessar o crime, mas afirmaram ao delegado que não estavam lembrando muito bem de tudo que tinha acontecido, alegando que tinham feito uso de entorpecentes e ainda estavam sob os efeitos das drogas. Danilo Zarlenga Crispim, delegado responsável pelo caso, divulgou uma nota deixando a população a par de tudo que estava sendo feito para tentar amenizar o clima, já que muitos moradores ficaram revoltados.

A dupla chegou a ser liberada pelo delegado, mas antes teve que assinar um Termo Circunstanciado, por terem maltratado e matado o animal. De acordo com a polícia, os dois já possuem passagem por crimes ligados ao tráfico de drogas. Eles também já tiveram passagem na polícia por furto.

A polícia ainda vai investigar se o cão tinha dono, se ele ficava solto na rua, ou, ainda, se pertencia aos dois acusados.

Alguns moradores do bairro poderão dar estas informações, mas, por enquanto, ninguém quis se oferecer para prestar estes esclarecimentos. O caso segue em aberto, sendo que não ficou definido nem se a dupla voltará para a cadeira, ou se continuará em liberdade, mesmo com tantas acusações contra ela.

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