A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul investigou e concluiu que o menor Kauan Andrade dos Santos, de apenas 9 anos, foi morto enquanto era estuprado por um professor. A criança ainda foi abusada por um outro adolescente. Na tentativa de ocultar o cadáver, o menino ainda foi esquartejado duas vezes. O menino estava sumido desde 25 de junho.

Quatro adolescentes acusados de participarem do crime foram ouvidos em circunstâncias diferentes, individualmente e todos deram exatamente a mesma versão. Os quatro relataram que o menino foi realmente estuprado pelo professor de 38 anos e eles só resolveram falar depois que souberam que o homem não poderia ser solto facilmente.

Crime bárbaro de estupro e esquartejamento de um menino de 9 anos choca capital do MS

Segundo os menores apreendidos, a vítima e mais três adolescentes foram até a casa do professor na data do desaparecimento do menino. Kauan e mais um garoto ficaram na casa, enquanto outros dois foram buscar mais um adolescente.

Enquanto os garotos iam chamar um quarto elemento, o professor estuprou o menino. Segundo relatos de um deles, o menino chegou a desmaiar e sangrava muito. Para tentar ocultar sua culpa, o adulto pediu para que todos os outros adolescentes também cometessem os abusos.

Segundo a Polícia Civil, o pequeno Kauan morreu durante o estupro do professor. Depois do crime, o homem ainda cortou o corpo do menino em três partes, colocou em um saco preto e decidiu jogá-lo em um rio próximo, o Rio Anhanduí. O homem teria colocado o saco sobre uma pedra e depois levado os meninos para casa.

Outro esquartejamento

A polícia ainda suspeita que o homem tenha voltado ao local onde deixou o saco e tenha esquartejado o corpo em mais pedaços. Ainda conforme os delegados, ele recolheu o saco, levou para uma edícula nos fundos de sua casa e praticou novamente esquartejamento e vilipêndio do cadáver.

A Polícia Científica que periciou o local com luminol percebeu que havia muito sangue de dois homens, um compatível com Kauan, na edícula do assassino. A polícia ainda investiga se o outro sangue seria do executor, de um ajudante ou até, quem sabe, de um outro crime que fora praticado pelo mesmo autor da morte cruel do pequeno Kauan, de apenas 9 anos.

Acusações

O inquérito policial contra o homem ainda não foi completamente concluído, mas o crime já está praticamente esclarecido. Faltam ainda alguns exames e laudos para tornar a acusação mais robusta.

O professor deverá ser indiciado por estupro de menor, assassinato, corrupção de menor e ainda ocultação de cadáver. O caso gerou muita comoção no estado.

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