O Tribunal Superior do Trabalho (TST) acaba de rejeitar um recurso proferido por um motorista de ônibus do Recife que pretendia reverter o processo trabalhista em que ele foi demitido por justa causa [VIDEO]. O homem foi filmado dentro do ônibus supostamente fazendo sexo com uma trocadora que também trabalhava para a mesma empresa. Em sua defesa, o motorista alega que a mulher estava passando mal e que por isso ela estava em seu colo no momento em que as cenas foram gravadas. O caso só veio à tona após o processo chegar ao Tribunal Superior do Trabalho.

Inicialmente o processo constava como uma ação de consignação em pagamento promovido pela empresa São Paulo, em que os dois trabalhavam, após o motorista discordar da justa causa assinalada sua carteira trabalho.

Como motorista se negou a receber a rescisão no sindicato que representa a categoria, o caso foi parar no Tribunal Superior do Trabalho que julgou o caso em terceira instância. A empresa apresentou um DVD que comprova através das imagens provou que o homem praticava sexo com a colega dentro do ônibus durante o trabalho, entre o intervalo de uma viagem e outra.

Segundo o motorista as imagens apresentadas pela empresa não comprovam com a realidade dos fatos, o homem alega que sua colega estava passando mal, e por isso ela teria deitado em seu colo no momento em que o motorista foi flagrado supostamente fazendo sexo com a mulher que também trabalhava para a empresa que move a ação contra o motorista.

O condutor pede uma multa no valor de R$ 500 mil por danos morais contra a empresa, alegando ainda que o vídeo foi editado, comprometendo a sua imagem. Na primeira instância o julgamento concluiu que a empresa não ofereceu nenhum tipo de constrangimento ao motorista, como o condutor afirma ter acontecido.

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A justiça concluiu que as imagens foram suficientes para convencer que o homem praticava o ato sexual com a sua colega de trabalho.

O entendimento de que o homem estava praticando sexo com a sua colega de trabalho foi mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª região em Pernambuco. A decisão afirmou também que o vídeo não foi editado conforme alega o condutor do veículo que foi flagrado. A relatora do recurso afirma que não houve violação legal ou divergência jurisprudencial para que o motorista recorresse da sentença em terceira e última instância.

Embora não caiba mais recursos para o motorista o homem continuou alegando que a sua colega estava passando mal no momento em que ela foi flagrada deitada sobre seu colo. Segundo o motorista, a mulher apresentava problemas na garganta e até desmaiou enquanto eles voltavam de uma viagem com o coletivo.

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