Valentina Martins da Silva, de apenas 1 ano e 7 meses, sofre com um problema de Saúde raro e de difícil tratamento. A Família, que mora em Patos de Minas, no estado de Minas Gerais, está em busca de tentar amenizar o sofrimento da filha e conseguiu ganhar um tratamento no Equador. Por isso, vem realizando campanhas para tentar angariar fundos, pois, não possuem condições financeiras para custear os gastos de se manter fora do Brasil.

A mãe de Valentina, Kerlei Martins, conta que a filha nasceu com um caso raro de paralisia cerebral, combinado com microcefalia.

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Conta ainda que a filha não tem muitas reações, nunca chorou e fica praticamente todo o tempo sem sequer abrir os olhos.

Recentemente, a garotinha teve pneumonia, vem apresentando também dificuldade para deglutir e está sendo alimentada por sonda. Além disso, Valentina tem que realizar duas sessões de fisioterapia por dia, uma no período da manhã e outra durante a tarde, para estimular seus membros e músculos.

Em busca de melhoria de qualidade de vida para a filha, Kerlei conseguiu, através de uma amiga que reside na Argentina, o contato de um médico especialista nesse tipo de caso e conseguiu de graça o tratamento por aplicação celular para a filha.

A mãe informou que, para ter certeza de que era um tratamento de credibilidade, buscou informações sobre a procedência da clínica, bem como realizou uma videoconferência diretamente com o médico, que se chama Ivan Mercham Penafiel.

Ele tem clínica na cidade de Cuenca, no Equador, e diz ter escolhido Valentina para o tratamento por se tratar de um caso raro e também porque pretende divulgar esse método novo de tratamento no Brasil.

O tratamento que Valentina irá realizar consiste em seis aplicações celulares, que podem levar de seis a oito meses, dependendo da evolução do caso e reação da criança.

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Entretanto, o médico não garantiu que o tratamento irá funcionar para Valentina, mas Kerlei acredita é preciso buscar qualquer recurso que possa melhorar, nem que seja um pouco, a qualidade de vida da filha.

Segundo a família, o gasto para se manter pelo período de até oito meses no Equador será em torno de R$ 70 mil, mas não possui condições financeiras. Por isso, resolveu fazer a campanha. A família informa que quem tiver disposto a contribuir com a ação pode se dirigir diretamente à residência, ou fazer depósito em conta poupança em nome de Valentina Martins da Silva na Caixa Econômica Federal.

O número é op. 013 (poupança), Ag. 0142, conta 00079357-9.