Um crime bárbaro aconteceu em Fortaleza, no bairro Sapiranga, e deixou os moradores da cidade assustados. Uma criança de sete anos presenciou o assassinato da própria mãe e foi obrigada a permanecer ao lado do corpo dela, mesmo após o assassinato. O menino ficou ao lado do corpo da mulher de 36 anos por três dias. A vítima era uma empresária que atuava no ramo de eventos e estava grávida quando foi morta. O caso aconteceu no último domingo (17), depois de uma grande festa em sua própria casa.

Cárcere privado

O suspeito de cometer o assassinato é um homem de 31 anos de idade.

Além de assassinar sua própria esposa, ele manteve o enteado em cárcere privado. O autor do crime cometeu suicídio. A criança foi resgatada.

Polícia Militar é acionada

De acordo com informações do jornal “O Povo”, os vizinhos sentiram um odor forte e estranho vindo da residência onde o crime aconteceu. Além do odor, os vizinhos escutaram o choro do pequeno garoto e por isso acionaram a polícia. Para entrar na casa, os policiais precisaram arrombar o portão daquela residência. O arrombamento do portão aconteceu por volta das 16 horas.

Depois que a polícia entrou na casa, eles encontraram o garoto em um quarto ao lado do corpo da mãe. A criança estava com marcas de agressões, suja, acuada e com fome. Em meio a toda essa situação, o garotinho parecia estar preocupado com o cãozinho Snoopy, que também ficou ao lado dele durante todo o período que ele foi mantido em cárcere privado.

Relato da criança para a Polícia Militar

A criança contou que sua mãe foi assassinada após uma festa que aconteceu no último domingo.

A criança parecia estar muito transtornada com toda essa situação.

A criança ficou em estado de choque

O SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) atendeu a criança que estava em estado de choque. O padrasto da criança escondeu todos os celulares e retirou a televisão da casa. A polícia não encontrou o carro do casal na residência.

Dependente químico

De acordo com informações de familiares, o suspeito de ter cometido o assassinato é dependente de substâncias químicas desde os 15 anos de idade.

Eles ainda revelaram que o suspeito fez vários tratamentos em clínicas de reabilitação.

A criança deverá ficar com sua avó

O garotinho também é órfão de pai e por esse motivo a partir desse momento deverá ser criado pela avó materna. O pai do garoto faleceu há poucos anos vítima de um AVC.

Com o objetivo de preservar a criança, o suspeito de cometer o assassinato não teve sua identidade revelada. A DHPP (Delegação de Divisão de Homicídio e Proteção a Pessoa) está investigando o caso.

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