Numa primeira olhada é difícil identificar a alegada assombração: um homem de bigode sentado no banco do carona, de um automóvel Santana. Contudo, se você fixar a atenção para a região circular, verá a face do sujeito, além de um bigode saliente. Até dá para enxergar os cabelos dele.

Embora o tal espírito pode ser resultado de ilusão de óptica (pareidolia) - imagens que enganam a visão humana – o dono do carro, Adriano Oliveira, 28 anos, tem certeza de ter captado um fenômeno sobrenatural.

O paranaense, que reside em Almirante Tamandaré, cidade com mais de 100 mil habitantes, na região metropolitana de Curitiba, disse à rádio Banda B, que o estranho episódio aconteceu em 24 de agosto.

Na ocasião, Oliveira havia comprado o automóvel usado a poucos dias. Estava contente com a nova aquisição. Naquela data, resolveu fotografar o carro e enviar a imagem ao antigo dono, depois de mandá-lo para a lavação.

Em depoimento à rádio de Curitiba, Adriano ressaltou não ter reparado à Assombração de imediato. Somente no dia seguinte, quando o ex-proprietário do Santana (nome não revelado) o contatou para alertá-lo sobre a anomalia no interior do veículo.

“Daí ele me chamou no dia seguinte e me mostrou que tinha um homem dentro do carro”, contou à Banda B.

No entanto, além da hipotética entidade de bigode, o rapaz constatou outra peculiaridade relacionada ao paranormal.

Argumentou que no mesmo dia da foto, a porta do passageiro onde o fantasma apareceu, travou. Ele conseguiu abri-la somente no dia seguinte. Para Oliveira não há dúvidas: culpa do espírito!

Embora a identidade da “alma penada” seja desconhecida, algumas pessoas relacionaram o sujeito ao mais famoso poeta paranaense, Paulo Leminski, morto aos 44 anos (1944-1989).

Todavia, Adriano conjecturou a possibilidade do espírito ser um antigo proprietário do Santana.

“Estamos procurando outros donos dele, para entender e ter respostas”, declarou à Banda B.

A seguir, para termos de comparação, veja a foto do poeta paranaense; depois, a do ‘fantasma’.

Apesar da semelhança entre eles, não faz sentido um espírito erudito como o de Leminski retornar ao mundo dos vivos para ficar dentro de um carro.

Mas, de repente o poeta falecido estava com saudades dos veículos do tempo em que era vivo. Afinal, o Santana de Oliveira, embora ultrapassado atualmente, era novidade nos anos 80...

Como diz um velho ditado castelhano: “No creo en brujas, pero que las hay, las hay”.

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