Justamente em um momento em que notícias sobre os crimes sexuais, assédios e estupro coletivo contra as pessoas de bem, muitas delas sendo caracterizadas na lei como vulneráveis, ganham cada vez mais cobertura da mídia brasileira, acaba acontecendo um caso de justiça” feita pelas próprias mãos de vítima de um atentado sexual.

Faz uma semana hoje que o caso aconteceu em pleno sertão pernambucano, mais especificamente na cidade de Petrolina, onde um indivíduo com 42 anos de idade teve a ousadia de passar a mão nas nádegas de uma jovem de 19 anos, moradora da mesma cidade, cujo nome é Sulamita Kelly Rodrigues Farias.

De acordo com as autoridades policiais pertencentes ao 5º BPM (Batalhão da Polícia Militar), que recolheram informações com testemunhas que presenciaram o ocorrido, próximo das 22h20, um homem de nome Antônio Fernando dos Santos tomou a iniciativa de assediar sexualmente a moça Sulamita e tocá-la nas suas partes íntimas.

Foi o que bastou para que a moça caminhasse apressadamente para casa, pegasse um canivete amolado, retornando logo em seguida ao local do abuso, a saber, na Rua Dom Vital, perto do conhecido Mercado Turístico, centro de Petrolina, e a partir de então, ela desferiu vários golpes de canivete contra a região torácica de Antônio, que foi ferido mortalmente pela mulher irada.

Pessoas que estavam no local chegaram a acionar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que prestou os primeiros socorros de urgência ao homem ferido, encaminhando-o inclusive ao hospital mais próximo da região, mas todos os esforços de nada adiantaram, uma vez que Antônio Fernando acabou morrendo em decorrências dos graves ferimentos perfuro cortantes.

Funcionários do Instituto Médico Legal e do Instituto de Criminalística se dirigiram até o local da confusão, a fim de adotar as medidas legais cabíveis.

Conforme informativo oficial liberado pela polícia, depois do assassinato, Sulamita foi novamente para casa localizada na Rua Governador Eraldo Gueiros Leite, Centro; porém, a mesma se evadiu na sequencia com destino desconhecido. Até o momento mesmo com as buscas efetuadas pelos policiais, a mulher não foi encontrada.

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De qualquer modo, Marceone Ferreira, delegado local, explicou que a investigação terá continuidade, servindo para caracterizar e trazer mais elementos sobre o homicídio em questão, como, por exemplo, se Sulamita será realmente qualificada como criminosa ou se terá direito a responder por homicídio de caráter privilegiado, conforme noticiou a TV Grande Rio.

E qual a sua opinião em relação a esse caso?

A jovem Sulamita fez bem em ter matado o seu agressor sexual ou com essa ação ela não passa de mais uma criminosa solta? De a sua opinião e compartilhe o artigo caso tenha gostado do tema.

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