Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, ficou conhecido nacionalmente após cometer um crime grave quando embarcou em um ônibus na cidade de São Paulo. No coletivo, o rapaz decidiu que seria muito apropriado masturbar-se e ejacular em cima de uma passageira que estava apenas esperando seu ponto chegar. O rapaz, mesmo tendo cometido um crime grave de assédio e também violação do corpo da mulher que estava no ônibus, não sofreu nenhuma pena.

Ele apenas foi conduzido para a delegacia e solto minutos depois.

Pela internet, grupos que defendem os direitos das mulheres se manifestaram a favor da vítima e disseram que foi um absurdo o rapaz ser sido solto após cometer o crime contra ela no ônibus. O criminoso poderia ter sido mantido preso também por constrangimento extremo que causou à passageira do transporte público.

O caso aconteceu próximo à Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na região do Jardim Paulista, zona sul de São Paulo, capital. Esta é a segunda vez que ele teria sido detido e encaminhado a 78ª Delegacia de Polícia dos Jardins.

Após cometer crime de assédio, homem é solto pela polícia e revolta população

Na ocasião, o homem que ejaculou na passageira do ônibus foi surpreendido por ela, que mandou parar o veículo e conseguiu com que a polícia chegasse e o conduzisse até a delegacia mais próxima.

A tenente Stephanie Cantonia, que assumiu o caso na DP dos Jardins, falou com a imprensa sobre o assunto. A mulher atacada pelo tarado tinha cerca de 30 anos de idade e estava indo direto para o trabalho quando tudo aconteceu.

Muito constrangida, ela relatou para a tenente que foi surpreendida pelo jato de ejaculação do seu agressor quando estava sentada. O rapaz vinha tocando em suas partes íntimas no ônibus e ela só reparou o que estava acontecendo minutos depois. Ela tentou se levantar, gritando bastante por ajuda. O bandido a segurou forte para que não escapasse e continuou a masturbação.

Ao perceber que havia algo de errado, os passageiros se revoltaram com o tarado do ônibus de São Paulo e o seguraram até que a polícia chegasse e o levasse preso por assédio sexual.

Em sua defesa, o bandido afirmou que tinha problemas mentais, mas não resistiu à prisão.

“Disse que tem problemas mentais e precisa de ajuda. A vítima estava muito abalada, mas quem não ficaria? Ninguém imagina passar por esse tipo de situação enquanto está indo para o trabalho", lamentou a tenente da DP dos Jardins.

Criminoso que ejaculou em mulher acaba repetindo feito, mesmo tendo sido preso

Ao saber do ocorrido, o Delegado Rogério Nader pediu que fosse instaurado um inquérito para apurar a sanidade mental de Diego Ferreira.

O próprio delegado confirmou a suspeita e disse que o rapaz apresenta um quadro psiquiátrico diferente da normalidade.

"Pelo passado dele e por representar um risco para a sociedade, pedi a prisão", disse.

Pouca gente sabe, mas aquela foi a quarta vez que o rapaz havia sido preso por tentativa de estupro. Este é um dos crimes que ele é acusado. Além disso, ele responde a 13 processos em casos de ato obsceno em público.

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