O jovem Adílson Silva Ferreira dos Santos, de 22 anos, foi assassinado a tiros na madrugada do último domingo (24), na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ele participava do show da dupla sertaneja Henrique e Juliano, porém ao término da festa, o jovem foi surpreendido e assassinado dentro do estacionamento do shopping Bosque dos Ipês.

A polícia afirma que o jovem teria sido alvejado por disparo supostamente vindo de um agente penitenciário federal, que não teve o nome divulgado. Ambos teriam participado de uma briga durante o percurso da festa, quando ainda estavam no camarote do evento.

A polícia agiu rápido e conseguiu deter o suspeito, que foi autuado em flagrante e logo conduzido à delegacia do município. De acordo com os policiais, algumas pessoas foram levadas à delegacia para prestar depoimentos, pois afirmam ter presenciado toda ação. Elas contam que os dois estavam no camarote, quando, sem explicação, começaram a discutir.

Logo após o bate-boca, os dois entraram em luta corporal, com murros e pontapés. O acusado pelo crime ficou furioso e, para não apanhar diante de todos, ele resolveu sacar a sua arma e, sem misericórdia, atirou à queima-roupa contra a vítima, que caiu ao chão sem expressar reações. No momento do ocorrido, o Corpo de Bombeiro ainda foi acionado, tentaram realizar o processo de reanimação na vítima, porém o jovem acabou não resistindo e faleceu ainda no local.

O acusado, que supostamente estava sob os efeitos do álcool, foi desarmado e detido pela guarnição da Polícia Militar.

Ele foi colocado em uma viatura e logo conduzido a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Centro), onde se encontra à disposição da Justiça.

Polícia Militar age com rapidez e impede fuga de agente penitenciário, após matar jovem à queima-roupa.

O delegado Camilo Kettenhuber, responsável pelo caso, afirmou que as investigações já se iniciaram, porém ainda estão em fases preliminares. Ainda segundo o delegado, as testemunhas da ocorrência já foram ouvidas, mas é preciso que sejam ouvidas as duas partes, para que tudo seja esclarecido o mais depressa o possível.

“Existem vários fatores a serem investigados, inclusive o real motivo da briga entre os envolvidos”, afirmou o delgado.

Testemunhas podem ser decisivas nas investigações

Uma das testemunhas afirmou que toda a confusão se deu por conta de um copo de água, outra afirma que os envolvidos teriam se desentendido quando estavam na fila para o banheiro. A polícia não descarta nenhuma das testemunhas, e vai apurar as informações. A administração do shopping onde foi realizado o evento afirmou que tudo foi realizado dentro da normalidade e que o evento contou com o apoio das polícias Militar e Civil. Elas afirmaram ainda que estão colaborando no necessário para as investigações.

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