O Brasil, que aparentava ter um futuro de crescimento e estabilidade devido o pré-sal e outros commodities que a natureza reserva, vai sangrando diariamente nas ruas do País. Independente de qual o prisma que seja observado, região, idade, sexo, religião etc.

De acordo com levantamento feito entre 2005 e 2015 e apresentado no Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve um aumento de crimes violentos em praticamente 20 estados na nação.

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Apesar de haver uma leve redução dos homicídios cometidos nas grandes capitais, como Rio de Janeiro e São Paulo, o crescimento nas demais capitais foi tão grande que acabou por puxar o número de assassinatos para cima.

Para se ter noção do tamanho deste crescimento, o estado do Alagoas, apesar de possuir uma população pequena se comparada às outras grandes capitais do Brasil, possui uma taxa de 49 mortos para cada 1.000 habitantes.

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Esse índice o deixa equiparado à Venezuela, país que está no segundo lugar do ranking de países com homicídios.

E diariamente vivemos cenas semelhantes. Nesta quarta-feira (20), um crime hediondo assustou a população da cidade de Perobal, no Paraná. Marisa Dulcineia dos Santos foi presa pela polícia ainda com a roupa totalmente marcada por sangue, logo após cometer o crime. Ela é acusada de assassinar a facadas Magali Rodrigues Dias e seu filho, uma criança com apenas 5 anos.

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Polícia

O que mais chocou a todos, tanto policiais quanto moradores da região, foi a forma que este crime foi cometido.

De acordo com a própria acusada, ela cometeu o crime por possuir uma desavença com o marido da mulher assassinada. Um motivo banal, duas vidas desfeitas. O crime foi premeditado, visto que a mulher que cometeu tais absurdos assumiu ter amolado a faca antes de procurar pelo homem de quem não gostava.

Ao chegar à residência dele, não o encontrou, mas isso não impediu que ela demonstrasse sua barbárie e fúria. Após conversar rapidamente com a esposa do rapaz, a assassina desferiu facadas no peito da sua vítima, que morreu no local. Ela invadiu a casa e percebeu que havia uma criança dormindo. Sem pensar em nada, ela passou a faca no pescoço da criança, que também faleceu antes da chegada de socorro.

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Ao ser presa, a meliante alegrou problemas psicológicos. “Eu vim de uma família, meu pai bebia, batia na minha mãe, apanhei no meu casamento, tomo comprimidos, duas horas da manhã estou lavando roupa. A criança estava lá, eu não me lembro de nada”, afirmou.

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