A Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo seu departamento da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), instituiu o dia 10 de setembro como período propício para enfatizar a necessidade de que os seus países-membros promovam ações de prevenção ao suicídio em sua população.

Os motivos do suicídio são diversos, como depressão, solidão, desemprego, bullying, condição financeira e fim de relacionamentos amorosos. Entre os jovens a causa mortis suicida pode ser ainda relacionada ao uso do álcool e outras drogas.

Saúde é completo bem-estar físico, mental e social

Segundo a OMS, a conjuntura que define saúde como estado de completo é formada pelo bem-estar físico, mental e social, e não é caracterizada apenas por não ter doença.

O suicídio apresenta-se como um grave problema de saúde pública, sendo responsável pela morte de uma pessoa a cada 40 segundos. Ainda segundo a organização, apenas 28 países adotam alguma forma de prevenção ao suicídio.

Prevenção requer informações e discussão sobre o assunto

A estrutura mundial orienta que é preciso divulgar informações, quebrando tabus e preconceitos, incentivando as pessoas a falarem sobre o assunto.

A Organização das Nações Unidas (ONU) registra 800 mil suicídios por ano, situação em que pessoas tiram a própria vida, deixando o sentimento de culpa em seus familiares.

Mundialmente, o suicídio é também o principal motivo de morte entre jovens na faixa etária entre 15 a 29 anos de idade.

Membro da OMS e no 8º lugar Brasil institui Setembro Amarelo

Segundo a OMS, o Brasil está no 8º lugar de países com mortes por suicídio, sendo 30 deles por dia. Para mudar esse ranking, em concomitância com a estruturação da Organização Mundial de Saúde, desde 2015, o país instituiu o Setembro Amarelo, deflagrando campanha, com informações sobre este assunto que nem todos querem comentar, destacadas na cor amarela.

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Esta iniciativa recebe o apoio do Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina e Associação Brasileira de Psiquiatria.

Entre as medidas de prevenção ao suicídio encontram-se dificultar acessos às maneiras mais frequentes, com o uso de pesticidas, armas de fogo e medicamentos. É importante também facilitar o acesso a serviços de saúde que permitam identificar pessoas com inclinação para esse subterfúgio, encaminhando-as para psicólogos ou psiquiatras, que são profissionais indicados para avaliar e tratar cada caso, possibilitando resgates de vidas.

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