A tragédia que aconteceu no Colégio Goyazes deixou muitos pais preocupados com o que pode acontecer com os seus filhos dentro das escolas. Para aqueles que viveram momentos de horror ao saber que os seus filhos estavam em meio a uma tragédia que poderia ter custado a vida deles, o medo e a insegurança devem tomar conta dos pais e das crianças abaladas, que levarão tempo para esquecerem todo o horror que viveram na última sexta-feira (20), durante uma manhã que parecia ser como qualquer outra.

O clima de aprendizado e ordem deu lugar a um banho de sangue e de gritos de horror quando um adolescente sacou uma arma e começou a atirar contra os alunos de sua sala, ferindo seis estudantes.

O caso foi noticiado em todo o país e ganhou destaque até no programa dominical ‘O Fantástico’. Neste semana, uma revelação sobre a família do jovem mostra como a família dele também foi afetada.

Mãe de adolescente que atirou continua internada em estado de choque desde o dia da tragédia

O adolescente que eftuou os disparos dentro do Colégio Goyazes, uma instituição particular de ensino em Goiânia - GO, roubou a arma do pai, que é major da polícia militar do estado. A mãe do jovem também seria policial e desde que o filho cometeu o atentado contra as crianças ela não se encontra bem. Quando soube da notícia, a mãe do atirador acabou sendo internada, em estado de choque.

Mesmo com toda a preparação que o casal teve durante a vida militar na qual exercem funções na segurança pública, quando algo acontece com a família, não há estruturas emocionais que resistam.

Pai do adolescente preferiu não dar entrevistas após depoimento à delegacia sobre tragédia com aluno do Colégio Goyazes

Já o pai do adolescente foi entrevistado recentemente e não quis falar sobre o que aconteceu.

O major tinha acabado de sair de uma delegacia onde ele prestou depoimentos sobre a tragédia na qual seu filho estava envolvido. O escrivão responsável por digitar o depoimento dele disse que o homem desconheceu que o filho sofria bullying na escola e que por isso tenha cometido o crime. A afirmação contradiz as primeiras notícias veiculadas sobre o jovem, que alegavam que ele sofria bullying na escola por causa de seu cheiro.

Além disso o homem contou sobre a sua esposa, que está internada em estado de choque desde que tudo aconteceu com o filho do casal.

O jovem foi conduzido a uma unidade para menores e deverá ficar detido até prestar depoimento e as autoridades concluírem o caso. Se condenado pelo crime, o adolescente poderá ficar encarcerado até completar a maioridade penal, após matar dois adolescentes dentro da sala de aula e ferir outros quatro alunos.

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