O HIV é algo sério e, apesar de avanços na medicina quanto ao controle de uma possível epidemia, ainda assusta e todo o cuidado é pouco em relação à transmissão da doença. Mas muita gente que tem comportamento de risco (já que não há mais uma categoria ou grupo de risco), não se preocupa em fazer a prevenção ou ao menos o teste para descobrir se tem ou não a doença.

Desde 2010, o número de infectados no Brasil cresce acima da média mundial, o que preocupa muito as autoridades de saúde no país. O número de propagação do vírus na Terceira Idade também alarma.

Brasil é um dos poucos países no mundo onde o número de infecções cresce: São Paulo tem números alarmantes

Os números são da UNAids, que é um braço da ONU e que trata do assunto por todos os países filiados à organização. O incremento percentual de novas infecções é de 3%. Considerando-se todo o Planeta, o que percebe-se é uma redução de 11% no período descrito. O Brasil é um dos poucos países onde percebe-se um crescimento do número de novos infectados.

Para piorar ainda mais o drama e o cenário da Aids no país, se forem selecionados apenas os moradores de São Paulo, o número entre 2009 e 2015, os casos cresceram em assustadores 60%. A incidência agora de infectados no estado pulou de 3 para mais de 5 indivíduos infectados a cada grupo de cem mil.

Costureira Maria Rita é infectada na terceira idade: 'Armadilha'

Outro número alarmante é aquele que soma a quantidade de infecções na terceira idade. É um dos grupos em que a doença mais cresceu em todo o país.

A costureira Maria Rita, infelizmente, é uma das estatísticas. Com uma vida sexual ativa, a senhora acabou contraindo o vírus HIV de um de seus parceiros amorosos e posteriormente desenvolvendo a Aids. Mesmo com a quantidade de informação disponível sobre os métodos de prevenção, a senhora nunca cogitou o uso do preservativo.

Ela diz que nunca se alertou para o uso do preservativo e se diz vítima de uma 'armadilha'. Poderia até ter sido pior, já que ela só descobriu estar infectada após uma doença chamada de oportunista, ou seja, a doença que se aproveita da baixa imunidade do organismo. Ao ser diagnosticada com a doença ela também soube ser soropositiva e revelou que foi um grande baque em sua vida.

Atualmente, ela toma o coquetéis de remédios para tratar as consequências da doença que se manifestou e diz não ter efeitos colaterais de medicação.

As primeiras semanas após a descoberta da Aids foram dramáticas

Logo que soube que tinha contraído Aids, Dona Maria Rita diz ter ficado sem chão. Ela não sabia se viveria, como faria para contar para os parentes e amigos e como seria sua vida a partir de então. Ela acabou tratando o assunto e fazendo uma evolução dia a dia e hoje convive bem com a síndrome. Entretanto, hoje, ela alerta a todos que pode que o uso do preservativo é algo fundamental. Seu caso acabou servindo como exemplo para os colegas de terceira idade começarem a ser prevenir.

Alerte seus conhecidos da terceira idade sobre o risco. Apresente a matéria de Dona Maria Rita e diga que Aids não vê cara nem idade!

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