As marcas de um disparo de arma de fogo até podem ser tapadas em uma parede e o chão onde a poça de sangue se formou pode ser limpo como se nada tivesse acontecido. Embora essas evidências de uma tragédia sejam fáceis de serem ‘removidas’, nem tudo consegue ser apagado, e nem mesmo o tempo poderá fazer com que a segurança e o sorriso voltem a brilhar em uma criança que tenha enfrentado um trauma tão grande como o que aconteceu com os alunos do Colégio Goyazes. As aulas do colégio retornam na próxima semana, mas ficará difícil para os alunos esquecerem o que aconteceu, principalmente naqueles que carregarão consigo, para sempre, marcas que jamais serão apagadas da tragédia, como aconteceu com Isadora Morais que está paraplégica.

Jovem estava entre os que ficaram feridos gravemente em ataque a Colégio Goyazes

A jovem foi uma das pessoas que foram feridas que aguardou pelo atendimento em meio ao sangue que ela perdeu e as vítimas fatais também. Era um dos alunos que estava em estado pior depois dos disparos que aconteceu no Colégio Goyazes na última sexta-feira (20). A menina corria risco de vida e ficou paraplégica após ser atingida pelos disparos feitos pelo jovem que atirou contra vários alunos que estudavam na instituição de ensino particular localizada em Goiânia - GO.

Isadora teve uma lesão na medula espinhal e poderá não voltar a andar novamente

Isadora apresentou uma lesão na medula espinhal após local ser atingida por uma das balas que saíram da pistola de calibre 40 mm que o adolescente roubou de seus pais. A menina teve o seu boletim médico mantido em sigilo até que fosse confirmado que ela ficaria paraplégica. Isadora segue internada em uma unidade de tratamento intensivo e seu quadro de saúde é considerado regular.

Menina também foi alvejada no pescoço e outros feridos comemoram melhoras em seus quadros de saúde após ficarem internados

Além do tiro que acertou Isadora na coluna, outro disparo acertou a aluna no pescoço no dia em que a tragédia aconteceu.

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Polícia

Os demais internados já apresentaram uma melhora considerável de seus quadros de saúde, e um deles até já deixou o hospital. Hyago Marques, 13 anos, recebeu alta no domingo do hospital em que estava internado e foi recebido com festividades em sua casa por seus familiares. O jovem teve um churrasco em comemoração a sua melhora tão rápida na unidade de saúde. Marcela Macedo é outra das alunas que foi atingida pelos disparos, uma bala acertou o tórax da adolescente e ficou alojada bem perto de seu pulmão.

A jovem está consciente e consegue caminhar sozinha, segundo informações divulgadas pelos familiares da vítima.

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