Dezenas de pais e alunos passaram por momentos de desespero com o ataque que aconteceu no Colégio Goyazes, em Goiânia - GO. Ainda é cedo para saber por que o jovem atirou justamente nos seis adolescentes na tragédia em que duas morreram e quatro estão internadas. Uma delas corre o risco de ficar paraplégica.

O bullying foi apontado como uma possível explicação para tamanha barbaridade. O tratamento adequado ao aluno, caso seja comprovado que ele sofria bullying, foi omisso por parte da instituição.

Os pais de um dos adolescentes que morreu não conseguem entender o que aconteceu com o filho.

Pai de aluno morto culpa os pais do atirador alegando que eles possuem culpa tanto quanto o jovem

Fabiano Moreira Fernandes, de 43 anos, é um analista de sistemas e perdeu seu filho na tragédia ocorrida no colégio nesta sexta-feira (20). Para os pais de João Vitor Gomes, morto aos 13 anos, os pais do adolescente atirador são culpados pelo atentado que aconteceu em Goiânia, tanto quanto o filho que realizou os disparos mortais.

Bastante emocionado no dia em que o ataque aconteceu, Fabiano chegou a perdoar o jovem, mas a família quer justiça para o filho do major da Polícia Militar de Goiânia - GO.

Os pais do jovem morto consideravam João Vitor um filho obediente. O casal possui mais dois filhos, um menino de 11 anos e um bebê de apenas oito meses de idade.

Mãe de atirador é policial e está internada em estado de choque

A mãe do atirador também é policial militar e, segundo informações divulgadas pelo advogado da família, ela se encontra em estado de choque e está internada desde o dia do tiroteio.

Tragédia poderia ter sido bem pior se não fosse a intervenção de coordenadora de escola

Um dos feridos poderá ficar tetraplégico, segundo informações divulgadas pelo boletim médico das vítimas, que seguem internadas.

A tragédia teria sido maior se não fosse a intervenção da coordenadora do ensino fundamental da instituição. Simone foi quem encontrou o atirador e fez com que ele se acalmasse, levando o jovem até a biblioteca, onde ela conseguiu fazer com que ele largasse a arma.

A profissional arriscou a sua vida para defender a vida de seus alunos, que corriam o risco de serem atingidos por outro tiroteio, após o jovem recarregar a arma depois que todos correram da sala.

Essa tragédia abalou todo o Brasil. Muitos pais se perguntam onde podem encontrar um local de paz para criarem seus filhos.

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