Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, foi encontrada morta nesta quinta-feira, 2, Dia de Finados, em um riacho no Triângulo Mineiro. As condições em que o corpo se encontrava revelam a crueldade do crime. A situação que mobilizou todo o Brasil acabou com um triste final, logo no dia dos mortos.

Kelly, que estava desaparecida desde a última quarta-feira, 1° de novembro, teve o corpo encontrado com a cabeça mergulhada em um riacho entre os municípios de Frutal e Itapagipe. Segundo a PM, não há dúvidas sobre a identificação, já que a própria família estava no local para fazer o reconhecimento.

Kelly, que era radiologista, foi vista pela última vez quando saiu do interior de São Paulo, do município de Guapiaçu. e tinha como destino o município de Itagagipe. Antes de viajar, ela, que costumava combinar caronas por um grupo de WhatsApp, avisou que estaria fazendo o trecho e se ofereceu para dividir os custos da viagem com alguém. O final da história é trágico e a carona acabou custando-lhe a vida.

O corpo foi encontrado seminu e com a cabeça imersa em um riacho. O trabalho de busca da polícia ainda encontrou a calça que a menina usava a cerca de 3 km distante de onde foi achado o corpo.

Apesar da polícia suspeitar que tenha havido violência sexual, o delegado do caso é prudente em afirmar que só depois da perícia técnica na cena do crime e nas roupas da moça, além do exame da autópsia, feito pelo IML (Instituto Médico Legal), será possível identificar a causa da morte e as circunstâncias em que o crime todo aconteceu. O corpo estava vestido apenas com uma blusa, o que aumenta a suspeita de crime sexual.

Segundo familiares, Kelly daria carona a um casal. Na última hora, a mulher do casal desistiu, e o homem manteve o interesse na viagem.

Kelly nem mesmo conhecia o homem. Quando Kelly parou em um posto na BR-153, ela avisou a família que estava tudo bem. Este foi o último contato da jovem com vida. Depois disso, não foi mais possível contactá-la, e a família começou a entrar em desespero.

As investigações apontaram que em um dos pedágios do circuito feito por Kelly, em Minas Gerais, o carro era dirigido por Kelly. Logo depois, o mesmo carro retorna ao pedágios e era um homem que conduzia o veículo. O automóvel foi encontrado abandonado sem as quatro rodas, o estepe e o som, no município de São José do Rio Preto(SP), numa estrada de terra.

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