Parece que está longe do fim o caso envolvendo a morte de Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, que foi brutalmente assassinada após oferecer carona através de um aplicativo de conversação. Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, foi preso no mesmo dia em que o corpo de Kelly foi encontrado próximo a Frutal, no interior de Minas Gerais, no último dois de novembro, Dia dos Finados. A jovem se preparava para encontrar o namorado a poucos quilômetros do local em que foi morta, após viajar de São José do Rio Preto com destino a Itapagipe, que fica no interior de MG.

A jovem radiologista havia marcado para dar carona para um casal, mas se surpreendeu ao ver somente Jonathan esperando por ela no local marcado com ele e outra mulher. Kelly não sabia, mas isso fazia parte do plano do criminoso que usou uma mulher para atrair a vítima, que poderia se intimidar ao aceitar dar carona para um homem sozinha em seu carro.

Kelly chegou a falar com os familiares momentos antes de ser morta brutalmente por Jonathan

A jovem chegou a fazer contato durante a noite da quarta-feira, horas antes de ser morta por Jonathan.

O caso foi resolvido rapidamente graças às imagens de um sistema de pedágio que captaram Jonathan dirigindo sozinho o carro de Kelly retornando para São José do Rio Preto - SP. A ideia do criminoso era que ele poderia vender o automóvel depois de assassinar Kelly em Frutal e abandonar o seu corpo no Rio Marimbondo.

Jonathan queria vender o carro de Kelly, mas mudou de plano

Quando o homem chegou com o carro em São José do Rio Preto, o criminoso percebeu que o veículo estava entre os carros procurados pelas autoridades e decidiu levá-lo até uma área rural para abandonar o carro.

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Polícia

Jonathan resolveu roubar apenas as rodas e som do veículo, além da bolsa e o celular da vítima que foram encontrados com os outros dois envolvidos que estão presos aguardando o julgamento.

Quarta pessoa envolvida no crime está foragida, conforme revelaram as autoridades de Frutal - MG

As autoridades descobriram, recentemente, o que ninguém imaginava, que havia um envolvido que pretendia ficar com carro da vítima. Essa quarta pessoa envolvida no crime estava preparada para receber o veículo roubado.

Essa descoberta foi feita após a quebra do sigilo telefônico de Kelly, pois o celular foi utilizado por Jonathan para telefonar diversas vezes para o homem que iria comprar o carro da mulher assassinada. O suspeito foi considerado foragido e os policiais estão à procura dele para maiores esclarecimentos sobre o crime e sua participação na receptação de mercadoria roubada, crime que poderá levá-lo à prisão.

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