A cidade de Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió (AL), é palco de uma história comovente e intrigante. Desde domingo (12), a Jovem Débora Isis Mendes de Gouveia, de 18 anos, está sendo velada, mas sua mãe e familiares não querem enterrá-la. O motivo, segundo, Teresa Cristina Mendes, é que a sua filha não está morta.

Causa da morte

Débora teve uma infecção urinária na segunda-feira da semana passada, dia 6, e foi levada ao Hospital Geral do Estado (HGE). A infecção evoluiu e atacou os rins da jovem.

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Ela foi transferida para o Hospital Vida, localizado na Jatiúca, aonde, depois de quatro, dias veio a óbito.

Mesmo com o diagnóstico médico e levada para casa dentro de um caixão, a família de Débora acredita que ela esteja em um coma induzido, pois segundo a mãe, foi aplicado um soro que deixou a moça sonolenta, depois disso ela não acordou mais.

Um irmão de Débora, Davi, contou que antes de ir ao HGE, ela passou pelo Hospital IB Gato Falcão, e foi lá que aplicaram um sedativo na menina. Depois disso, Débora teve convulsões e foi levada para o HGE.

Relatos de pessoas próximas da jovem

O pastor da igreja que a jovem frequentava disse a família pode estar certa, pois enquanto ele orava, escorreu uma lágrima dos olhos da jovem. A polícia foi acionada e está tentando convencer a família da triste realidade.

A mãe da jovem solicitou novos exames e comprovação da morte da filha antes do sepultamento. De acordo com informações do portal de notícias G1, dona Teresa Cristina revelou que existe caso na família de catalepsia, que é uma parada do organismo parecida com a morte.

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O que leva a família a crer que Débora está viva?

Mas a catalepsia é apenas um dos motivos da desconfiança da mãe de Débora. Segundo Teresa, a filha está com a temperatura normal e não está rígida como um cadáver. O irmão de Débora disse que pode sentir uma pulsação leve e a irmã apertou sua mão durante uma oração.

O delegado Manuel Wanderley Cavalcante já solicitou ao SVO (Serviço de Verificação de Óbito) de Maceió que verifique se Débora está morta ou não. Serão feitos teste para catalepsia e demais procedimentos que podem atestar a morte da jovem.

Se houver alguma possibilidade da jovem estar viva, o hospital será responsabilizado

De acordo com o delegado , será investigado se o hospital liberou o corpo sem haver óbito e eles serão responsabilizados, caso a informação se confirme. Para o promotor de Justiça Magno Alexandre Moura, a jovem está morta. Ele foi até a casa e pode averiguar com seus olhos. Mesmo estando certo do estado da jovem, ele afirma que serão feitos todos os procedimentos necessários para provar para a família o falecimento, pois Débora precisa ser enterrada.

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