Os crimes bárbaros e as diversas formas de violência, muitas vezes sem nenhuma causa aparente, eclodem de Norte a Sul do Brasil, o que não é diferente com a cidade de Vilhena localizada no Estado de Rondônia.

Acontece que um indivíduo de nome Clodoaldo Miranda, com 39 anos de idade, que estava sendo acusado de ser o estuprador de pelo menos quatro mulheres vilhenenses, foi assassinado na noite da última sexta-feira (17) com extrema frieza por meio de disparos com arma de fogo em frente a um bar que fica situado na Avenida José do Patrocínio, a qual cruza o conhecido Bairro São José.

A proprietária do bar falou sobre Clodoaldo, que no momento em que foi executado usava uma tornozeleira eletrônica, revelando que ele foi morto por um outro homem que foi de bicicleta de encontro a vítima, momento esse do qual se aproveitou e disparou quatro vezes.

O suposto estuprador foi alvejado na região das costas e também na cabeça, mas mesmo assim tentou se evadir do local após ter levado o primeiro tiro nas costas.

Por outro lado, não obteve êxito na fuga e foi logo atingido por outros tiros.

A vítima ainda no ano de 2014 tinha sido julgada como culpada por um outro crime e estava cumprindo pena em liberdade condicional e justamente por isso, no momento de sua morte utilizava uma tornozeleira eletrônica.

A Polícia Militar daquele Estado como determina a lei do país, procedeu com o registro do caso de assassinato, executou buscas; porém, sem sucesso, pois ninguém foi detido até o momento.

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Polícia Mulher

Por sua vez a Polícia Civil dá continuidade na investigação do crime.

A título de esclarecimento a prática do estupro também é denominada de violação ou coito forçado, sendo caracterizado como uma espécie de agressão sexual que na grande maioria das vezes envolve relação sexual ou ainda outros meios de atos de cunho libidinosos para com uma determinada pessoa sem que ela tenha consentido em nenhum momento com a prática sexual.

O ato em si se dá através do uso de força física, a prática abusiva da autoridade, coerção, ou ainda pode ser praticado contra um indivíduo incapaz de expressar a validade de consentir com a conjunção carnal, seja por ele estar inconsciente, ser incapacitado por portar uma deficiência mental qualquer, ou ser menor de idade conforme as leis brasileiras.

Vale frisar que a expressão "estupro" é utilizada em algumas situações de modo indistinto, como algo se referindo a "agressão sexual", mas em todas as situações jamais deixa de ser um claro desvio da lei.

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