O caso da jovem Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, ainda tem deixado o sentimento de tristeza por toda a parte do Brasil. Ela era uma radiologista e desapareceu na última quarta-feira (1), após sair da sua residência, na cidade de São José do Rio Preto, São Paulo, e tinha como destino o município de Itapagipe, interior de Minas Gerais, onde se encontraria com o namorado.

O namorado, Marcos Antônio da Silva, chegou a conversar com ela sobre os cuidados que ela deveria tomar antes de realizar a viagem.

Eles conversaram por mensagens no WhatsApp, no início da viagem da jovem, quando ela pegou a estrada dando carona para um rapaz, que até aquele momento era desconhecido. Momentos depois, o namorado perdeu totalmente o contato com a vítima, que teve o celular desligado.

A família de Kelly acionou a polícia, comunicando o seu desaparecimento. Não demorou muito e a polícia conseguiu algumas imagens, que ajudariam a chegar até a jovem e o rapaz com quem ela tinha pego a estrada. O automóvel dela acabou sendo encontrado abandonado em uma estrada rural e teve alguns assessórios roubados.

Cerca de cinco horas após a localização do carro, a polícia comunicou o paradeiro da jovem, que foi encontrada jogada em um córrego entre as cidades de Itapagipe e Frutal, isso já na quinta-feira (2). O corpo dela estava sem a calça e sua cabeça foi mergulhada na água. Uma cena triste que deixou o Brasil assustado.

Após a confirmação do crime, a polícia iniciou as buscas contra os autores e conseguiu chegar até Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, residente em São José do Rio Preto.

Ele quem pegou carona com a jovem, após marcarem em um grupo de Carona Compartilhada. Após ser conduzido à delegacia, confessou ter cometido o crime contra a jovem. Ele disse que a intenção era apenas roubar, porém, acabou assassinado a jovem asfixiada.

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Após alguns momentos na prisão no Presídio de Frutal (MG), Jonathan acabou sendo agredido pelos demais presos que tomaram conhecimento do ocorrido e resolveram fazê-lo pagar pelo crime cometido.

A informação é que as agressões teriam ocorrido na noite da sexta-feira (3).

Jonathan precisou ser encaminhado às pressas para a enfermaria da unidade prisional. A informação é que ele sofreu alguns cortes no supercílio e alguns hematomas pelo corpo. Diante da ocorrência, a polícia decidiu mantê-lo em uma cela isolada. Um procedimento administrativo foi aberto para descobrir as circunstâncias e quem foram os agressores, que após serem descobertos, passarão pela Comissão Disciplinar e sofrerão sanções administrativas.

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Não há uma informação sobre quantos presos tenham participado das agressões.

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