Na manhã desta terça-feira, 21 de novembro, a jovem Bruna Gomes de Freitas acordou cedo como de costume, arrumou o filho e o levou para a creche. Todos os dias, Bruna tinha que cumprir essa rotina e em seguida ir ao trabalho.

No entanto, Bruna vem de um relacionamento complicado com seu ex, que é pai do seu filho de 4 anos de idade. Em uma ocasião, seu ex se irritou com um antigo namorado de Bruna e abriu fogo contra os dois com sua arma. Apesar de não ter atingido as vítimas, um delegado que cuidou do caso pediu a prisão do agressor, porém a Justiça negou.

O ex de Bruna frequentemente fazia ameaças a ela, até que na manhã desta terça-feira, segundo a polícia, ele cumpriu.

Conhecedor da rotina de Bruna, seu ex, que não teve seu nome revelado, aguardou por ela na creche onde seu filho de apenas 4 anos estuda. Bruna deixou seu filho na escola e se despediu, com um beijo, em seguida saiu rumo a um ponto de encontro marcado, onde pegaria uma carona com uma amiga.

Foi nesse momento que seu ex resolveu agir. Em uma moto com um comparsa, ele passou próximo de Bruna, que tem apenas 20 anos, e disparou várias vezes contra a vítima com um revólver. O crime aconteceu em Santana do Paraíso. Segundo a polícia, aproximadamente cinco tiros atingiram a jovem. O resgate foi chamado, mas Bruna já estava sem vida.

O delegado Bruno Morato, responsável pelo caso, acredita que o ex de Bruna cometeu o crime, no momento do ataque o atirador usava capacete, por isso ninguém reconheceu os assassinos.

Entretanto, a polícia ouviu o dono da moto usada no crime, segundo o delegado a moto era frequentemente emprestada ao irmão do ex de Bruna, por isso ele liberou o proprietário da moto.

O delegado Bruno Morato afirmou que teve acesso ao celular da vítima. Segundo ele, o ex de Bruna vinha fazendo ameaças constantes por Whatsapp.

O delegado acredita que o irmão do ex de Bruna ajudou no momento do crime, pilotando a moto na fuga.

As agressões ou Crimes contra mulheres ainda são graves problema que a sociedade brasileira vive em pleno século 21. É importante lembrar que existem leis que foram criadas para coibir este tipo de crime, como a lei Maria da Penha.

Já existem inclusive delegacias exclusivas para atender casos de violência contra a mulher, por isso, o primeiro passo a dar em uma situação como est, é fazer imediatamente uma denúncia na delegacia mais próxima.

Vale lembrar que não é necessário haver agressão para se fazer uma denúncia, uma simples ameaça pode e deve ser registrada em uma delegacia.

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