A população brasileira vem sendo bombardeada por várias tragédias seguidas, e as mais recentes infelizmente envolvem uma parte da população que é inocente e indefesa: as crianças. Nas últimas semanas temos vivenciado casos que chocaram o país por sua barbárie, expondo uma sequência de desatenção, falha de segurança e algumas vezes requinte de crueldade e descaso dos setores públicos.

Recentemente ocorreu um caso parecido em uma escola, no estado de Goiás, onde um adolescente de 14 anos invadiu a escola onde estudava e atirou em diversas pessoas.

O adolescente, que é filho de policiais, adentrou sua escola, foi até sua sala de aula e assistiu aula normalmente, até que resolveu se levantar e efetuar diversos disparos com a arma de sua mãe.

Neste caso específico, uma das sobreviventes, uma aluna que era colega de sala do adolescente infrator e de mesma idade, ficou paraplégica. O atentado aconteceu no dia 20 de Outubro, e o diagnóstico saiu no dia 25, mas a família da vítima pediu que o resultado não fosse divulgado.

Infelizmente o assassino matou 2 alunos menores de idade, e feriu mais 4.

Comparando com a tragédia de Goiás, poucos dias depois acontece mais um fato triste e crítico em uma escola brasileira, dessa vez aconteceu no interior de sergipe. Tudo aconteceu por descaso e falta de comprometimento de instâncias superiores, o que resultou na morte de pessoas inocentes e indefesas.

Descaso acarreta tragédia em escola pública do interior

Mais uma vez crianças pagaram caro pelo descaso do serviço público, governo e empresas que prestam serviços, usurpando dos cofres públicos e dos bolsos cada vez mais debilitados da população carente.

Na tarde de segunda-feira (06), uma caixa d'água tombou sobre uma escola pública, vitimando fatalmente duas crianças, e ferindo mais algumas dezenas delas.

A tragédia aconteceu na Escola Municipal Professor Osman dos Santos Oliveira, no Povoado Campo Grande, município de Nossa Senhora das Dores, Médio Sertão de Sergipe. A população se revoltou com a empresa que fazia a manutenção do reservatório de água, alegando que a empresa já tinha sido notificada de a possibilidade da mesma ceder e tombar.

A população também alegou que a prefeitura vem em mandatos seguidos, mantendo um descaso com a comunidade onde se encontra a escola, já que não obrigou a empresa que era responsável pela caixa d'água a removê-la das proximidades da escola.

O caso comoveu o Brasil, e o ministério público já se movimenta em busca de uma punição tanto para a empresa, quanto para a prefeitura da cidade. A prefeitura informou por meio da sua assessoria de comunicação, que prestou toda a assistência para as famílias das vítimas.

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