Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, este é o nome e a idade do assassino da radiologista Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, com quem ele combinou uma carona através de um grupo do WhastApp. A jovem não poderia imaginar que poucas horas depois de deixar sua casa em São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG), na quarta-feira (1), seria covardemente assassinada por um indivíduo cruel, foragido de um presídio e que já responde por 8 crimes.

Justiça fracassada

Como um criminoso com tal periculosidade é beneficiado com uma 'saidinha temporária', foge e se sente à vontade para destruir mais uma família? A impunidade e a certeza de que as leis vigentes no Brasil são caducas e passivas é que alimentam as mentes criminosas e permitem que um homem como esse se sinta no direito de matar. Jonathan tem uma extensa ficha criminal que conta com furto, roubo, estelionato, extorsão, ameaça, lesão corporal, apropriação e uso de moeda falsa.

Confessou o crime

De acordo com portal de notícias online 'G1', a jovem desapareceu horas depois de iniciar a viagem. A polícia começou as buscas por Kelly e infelizmente a encontrou sem vida, seminua, sem a calça, apenas com uma blusa e com a cabeça dentro de um córrego próximo de uma usina de cana-de-açúcar na cidade de Frutal no Triângulo Mineiro, na quinta-feira (2). Mesmo antes de encontrarem o corpo da jovem, as investigações já estavam adiantadas e a polícia já estava no encalço do assassino, que foi encontrado e preso no interior de São Paulo junto com mais 2 suspeitos na quinta-feira à noite. Ele acabou confessando o crime.

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Frieza e maldade

Segundo o delegado responsável pelo caso, Cézar Felipe Colombari da Silva, o assassino de Kelly é um homem extremamente frio e que em momento nenhum demonstrou arrependimento de ter tirado a vida da jovem. Jonathan contou como matou Kelly e afirmou que não houve abuso sexual, mas a polícia ainda não descartou essa hipótese.

O assassino impiedoso revelou que entrou no grupo de compartilhamento de caronas já com a intenção de cometer assaltos.

Ele entrou em contato com a radiologista e afirmou que sua namorada também iria para ganhar a confiança dela. Na última hora, ele inventou uma desculpa justificando a ausência da suposta namorada e embarcou já pensando no roubo que faria a seguir.

Com um certo ar de deboche ele disse que a viagem correu bem até o momento em que ele anunciou o assalto e que Kelly lutou por sua vida. Eles brigaram, a mulher até tentou sair do carro, mas ficou presa no cinto de segurança, foi então que ele a enforcou até a morte.

O criminoso ressaltou várias vezes que não tentou abusar sexualmente da garota e quando questionado por que ela estava sem a calça que foi encontrada a 3 km de onde o corpo estava ele fez uma revelação horripilante. Segundo Jonathan, depois de matá-la, ele pegou uma corda que estava em sua mochila amarrou as mãos da jovem e a arrastou por vários kms até deixá-la com a cabeça mergulhada na água do córrego.

Ele a descartou como um saco de lixo, como se ali nunca houvesse existido vida, arrastou a jovem morta sem demonstrar nenhum tipo de compaixão, como se ela fosse um pedaço de madeira sem importância e a abandonou, fugindo com todos os seus pertences.

As investigações continuam e o inquérito deve ser concluído em 30 dias.

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