A chegada de um bebê é sempre um momento especial, não somente para as mamães, que ficam muito ansiosas, mas também para toda a família, que acompanha todos os passos dessa nova vida que está por vir. Além de todas as mudanças que acontecem no corpo, a mulher precisa saber lidar com as emoções, que ficam à flor da pele. Por esse motivo, quando a hora do parto se aproxima, essa tensão tende a ficar cada vez maior e somente acaba quando a criança nasce.

Esse momento, que deveria ser cheio de ternura na vida da família, acabou se tornando um dia trágico para os familiares da jovem Andréa Marcilene Aires Garcia. A jovem, de apenas 22 anos de idade, passou por uma terrível experiência com o nascimento de seu bebê. O caso aconteceu na cidade de Cárceres, cidade que fca a 220 Km de Cuiabá, no estado do Mato Grosso.

Os parentes da jovem fizeram uma denúncia contra o Hospital São Luiz.

Segundo os familiares, o parto foi acompanhado de sucessivos erros, que culminaram em um triste fim. De acordo com a mãe de Andréa, os médicos que prestaram atendimento à filha insistiram em realizar o parto normal. Porém, ao perceberem que a criança era muito grande, forçaram para que ela retornasse ao útero, para que fosse possível realizar uma cesárea. A criança acabou morrendo três dias depois do nascimento.

Segundo informações da assessoria jurídica da unidade, o hospital não teria conhecimento sobre o fato. A mãe da vítima relatou que a cabeça no neném chegou a sair, mas o corpinho não. Inclusive, uma enfermeira teria ficado em cima dela para tentar empurrar a criança.

A jovem estava com nove meses de gestação quando foi internada por causa de um sangramento. O bebê não sobreviveu e, segundo a mãe de Andréa, o hospital informou que a criança sofreu uma parada cardíaca.

Rosanio Oliveira, pai do bebê, registrou queixa na delegacia da cidade. A família alega que a jovem foi vítima de Erro Médico.

Segundo relatos da mãe, a jovem passou mal e foi levada para o Pronto Socorro e os médicos do local a encaminharam para o Hospital do município. Após ser examinada, o médico que prestou atendimento mandou que Andréa retornasse para sua residência.

No entanto, horas mais tarde a jovem voltou a se sentir mal e retornou ao hospital.

Segundo os familiares, na unidade foi informado que a criança era muito grande e, por isso, Andréa não teria condições de passar por um parto normal. Porém, os médicos teriam insistido, mesmo assim. Ainda segundo Nilza, o médico que acompanhou a filha durante a gravidez sempre afirmou que a jovem deveria ser submetida a um parto cesárea, por causa do tamanho do bebê. Segundo a família, a criança teria aspirado líquido durante o parto e, por isso, teve complicações que acabaram provocando a morte do bebê.

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