Um pedreiro de 53 anos foi linchado por um grupo de homens na porta de sua casa após ter sido acusado de abusar de sua enteada de 13 anos. O caso aconteceu na noite da última quinta-feira (23), no Jardim Araújo, em votorantim, no interior de São Paulo. A vítima do espancamento não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Segundo informações colhidas pela Polícia Militar junto à garota, ela contou a uma amiga que o padrasto “tinha abraçado ela de forma indevida”. Ela acredita que essa informação tenha chegado a um ponto de venda de drogas e isso despertou a ira contra o pedreiro, então eles decidiram ir até ele para “fazer justiça com as próprias mãos”.

O pedreiro estava em sua casa junto com a esposa. Ela contou para a polícia que ele escutou pessoas lhe chamando no portão e saiu para atender ao chamado. Ao sair, ele se deparou com vários outros homens que estavam à sua espera. Eles tentaram invadir a casa pulando o portão, que acabou sendo arrancado. Ele ainda usou uma enxada para tentar se defender, mas foi agredido com pauladas e tijoladas. O homem teve fratura exposta no crânio.

Quando a polícia chegou ao local, o grupo já havia dispersado e o pedreiro já havia entrado em óbito.

A mulher foi levada para a delegacia para prestar depoimento, sendo liberada em seguida. O caso está sendo investigado como homicídio qualificado e até o momento ninguém foi preso ou identificado.

Responsável pelas investigações, o delegado José Antônio Proença disse que todas as pessoas envolvidas serão ouvidas, principalmente pessoas próximas e familiares das vítimas. “Nada justifica a violência, a Polícia Civil investigará o caso e os culpados serão indiciados”

Foi para a cadeia por abusar da filha de 9 anos

Também na última quinta-feira (23), a Polícia Civil da cidade de Porto Ferreira, no interior de São Paulo, prendeu um homem de 29 anos.

Ele havia sido condenado a 15 anos de prisão por ter estuprado a filha de nove anos. O caso ocorreu em 2015, mas o mandato foi feito só agora. O condenado foi levado para o Centro de Triagem de São Carlos.

O abuso só foi descoberto após a mãe questionar a menina depois de notar sinais estranhos na criança, que não morava junto com o homem, que tinha autorização para passar os finais de semana com a filha.

Ela ainda era ameaçada, caso contasse algo para alguém. Os abusos foram confirmados depois da menina passar por exames no Instituto Médico Legal.

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