Tudo que uma gestante espera durante os nove meses de gravidez é que tudo ocorra bem no dia mais aguardado por ela em toda a sua vida. O preparo da mãe acontece sistematicamente durante muito tempo, e quando o filho chega, é a recompensa por tanto esforço e dedicação, poder a mãe olhar para a criança, tanto que muitas mães conseguem encontrar forças para amamentar o recém-nascido logo após sofrer o parto que demandou grande energia da mulher.

A mágica da concepção do bebê acontece, seja ela por parto natural ou cesariano.

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A criança nasce na maioria das vezes saudável e cheia de saúde, mas nem sempre os casos são felizes e mães que deveriam estar abraçadas as suas crianças, agora, só têm as lágrimas como consolo depois que os bebês morreram no parto.

E quando essas fatalidades acontecem através de um erro durante o procedimento de retirada da criança, a dor é ainda maior, como aconteceu com uma gestante que teve a cabeça de sua menina arrancada ao nascer.

Mãe estava preparada para ter sua filha, mas tragédia acabou matando a menina

A saúde pública brasileira pode ser considerada um caos diante de tantos casos que envolvem negligência e despreparo de profissionais que acabam cometendo erros fatais contra pacientes que dependem do sistema público para sobreviverem.

Centenas de pessoas entram para as estatísticas após algum Erro Médico acontecer e causar uma fatalidade que fica difícil de aceitar, principalmente quando isso acontece com uma recém-nascida que não chegou a ter o seu corpo totalmente retirado da mãe durante o parto.

Criança que teve a cabeça arrancada morreu em Araguari, no interior de Minas Gerais

O caso aconteceu em Araguari, no interior de Minas Gerais e a cabeça da criança foi arrancada durante o parto após os profissionais forçarem a saída dela pelos pés através de um parto normal.

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Com a força aplicada, a criança teve a cabeça separada do corpo e o bebê morreu na hora. Era para ser um momento de felicidade para a família, mas se tornou uma tragédia para a mulher que perdeu a menina.

Gestante não tinha passagem para fazer parto normal e médico foi alertado sobre isso

O parto normal já havia sido desaconselhado pelo médico que seguia Tânia Borges durante sua gestação, mas a unidade que a atendeu forçou o parto normal na mulher.

O médico da gestante confirmou que a criança era grande demais para a passagem da mulher e Tânia sentiu sua filha presa à bacia no momento em que tentavam arrancar a menina de dentro dela. A mulher deu uma entrevista emocionante sobre o caso após Tânia ser dispensada por duas vezes no momento em que ela tentou fazer uma cesárea no local. Confira:

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