Em dados apresentados nesta sexta-feira (1), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, liberou uma série de gráficos e estudos referentes à Expectativa De Vida do brasileiro. Apoiando-se neles, o Instituto (IBGE) fez uma correlação e cruzamento de dados chegando a uma conclusão mais palpável sobre, indicando os estados brasileiros com melhor índice, como também a expectativa de vida dos nascidos a partir de 2016 que era de 75,8.

Os estados brasileiros com melhor índice de expectativa de vida, segundo o IBGE

A diretoria de pesquisas (DPE) do IBGE, também relacionou dados, para chegar a um resultado sobre os estados brasileiros que detêm um melhor índice de expectativa de vida realizando comparações entre eles:

  • Santa Catarina;
  • Espírito Santo;
  • Distrito Federal;
  • São Paulo;

Destes, o estado brasileiro com maior expectativa de vida é Santa Catarina com 78,1 de idade para nascidos a partir do ano passado (2016).

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A menor expectativa de vida (segundo o IBGE) é o estado do Maranhão com 70,6, seguido por Piauí, Rondônia, Alagoas, Amazonas, Pará e demais conforme o gráfico do departamento de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Os seguintes estados também se encontram acima da média do país:

  • Rio Grande Sul;
  • Minas Gerais;
  • Paraná;
  • E logo após Rio de Janeiro.

(Gráfico - Departamento de pesquisa - DPE - IBGE)

Fatores que influenciaram a pesquisa da expectativa de vida nos estados

O IBGE levou em consideração fatores como:

  • Taxa de mortalidade infantil 1-4 anos;
  • Variação de anos;
  • Óbitos naturais;
  • Óbitos de causas não naturais (acidentes por exemplo);
  • Mortalidade masculina;
  • Mortalidade feminina;
  • Expectativa de vida de pessoas idosas;

Vale levar em conta que as taxas de mortalidade infantil por exemplo, foram contabilizados por mil.

Segundo dados levantados, os homens correm mais riscos de morte prematura do que mulheres, considerando apenas os jovens, mais precisamente os de 20 anos de idade. Mortes de causas não naturais aumentaram significativamente entre o sexo masculino desde a década de 80 ao que se tem registro. Na década de 40, não era possível a constatação destes dados decorrentes da urbanização do Brasil.

A mortalidade feminina entre mulheres de 15 a 49 desde a década de 40 ao ano passado (2016) também mostrou-se um fator preocupante na questão pois nos anos 40 a chance de uma recém-nascida de completar o período fértil era de 573%, no entanto no ano passado (2016) teve um aumento de 942%.

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Apesar da credibilidade, o Instituto já admitiu erros como a alteração do dicionário do microdado referente à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2016 e a Vulnerabilidade no sistema de publicação de releases e notícias.

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As informações são do IBGE e do portal G1.

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