Um crime horrendo e macabro chocou a cidade de Porto Walter, cidade localizada no interior do Acre, e que fica a aproximadamente 575 km de Rio Branco, capital daquele estado. A violência está cada vez mais presente nas casas das famílias brasileiras, independente da classe socioeconômica e da região onde vivem, infelizmente crimes hediondos estampam as manchetes dos jornais que circulam em terras tupiniquins.

De acordo com o portal de notícias online 'G1', o duplo assassinato aconteceu na tarde de sábado (9), Comunidade Voz do Natal, em Porto Walter.

A dona de casa identificada como Zilmar Vieira Melo, de 59 anos, foi morta com um tiro de espingarda por seu filho, José Benedito Melo, de 23 anos. Ao presenciar tal atrocidade, o irmão de José e filho de criação de Zilmar, atacou Melo e o matou com golpes de terçado. O jovem que teve seu nome preservado está foragido.

Égua

Segundo as primeiras investigações feitas pela Polícia Militar, a briga começou por causa de um animal da família, uma égua. Insatisfeito com a mãe, José Benedito pegou uma espingarda e disparou contra ela.

A dona de casa chegou a ser socorrida e levada para o Hospital de Porto Walter, mas infelizmente ela não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

O irmão por parte de pai de José Benedito matou o algoz da dona de casa ainda no local do crime. Ele foi morto com vários golpes de terçado (uma espécie de facão), que o atingiram no braço esquerdo, na nuca e nas costas. Depois de cometer o crime ele fugiu para o interior de uma mata próxima à residência levando as armas do crime. Ele ainda não foi localizado.

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Polícia Televisão

Segundo o delegado responsável pelo caso, Lindomar Ventura, somente após colher o depoimento do rapaz que está foragido é que o caso vai ser apresentado para o juiz que determinará se ele agiu por legitima defesa.

Lindomar afirmou que os policiais estão no encalço do homem e que se ele for capturado nas próximas horas ainda será lavrado o flagrante.

Os corpos da dona de casa Zilmar Vieira Melo e de José Melo foram liberados neste domingo (10) para que pudessem ver velados e sepultados na Comunidade em que viviam.

Os corpos não foram enviados para o IML (Instituto Médico Legal) de Cruzeiro do Sul.

Crimes chocantes como este são rotina no dia a dia do Brasil. As leis ultrapassadas do nosso Código Penal e o total despreparo dos nossos governantes em relação à segurança pública, alimentam a sensação de impunidade e, por consequência, acabam incentivando tragédias como esta. É hora de dar um basta na violência.

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