Daiane Reis Mota estava grávida e foi encontrada morta no último domingo (17). O marido da vítima, Adilson Prado Lima Júnior, é réu confesso. Ele informou à polícia que efetuou o assassinato de sua esposa por ciúmes. Segundo ele, encontrou algumas mensagens no WhatsApp, porém não explicou o conteúdo das mensagens. A vítima já estava no oitavo mês de gestação. O parto seria nesta segunda-feira (18). A criança não sobreviveu ao atentado.

Adilson assassinou sua esposa com um tiro na nuca, no último sábado (16).

Ele a convenceu de conhecer um terreno afirmando que desejava comprar a área. Após o crime, ele avisou a polícia do desaparecimento da esposa, posteriormente, confessou tudo o que fez, sendo preso logo em seguida.

Segundo informações, eles saíram no carro do irmão de Daiane. O delegado disse que ele a levou para comprar um terreno, quando ela ia andando em sua frente, ele atirou em sua nuca. O homem pensou até em se matar, mas não prosseguiu. Adilson foi indiciado por crime de Feminicídio e será levado para o complexo do presídio de Serrinha.

O assassinato

Daiane foi encontrada morta aproximadamente às 8h25 de domingo. O corpo estava em um matagal, na região próxima de Murici. Ela foi encontrada por ciclistas que fazem trilha na região.

Segundo o marido da vítima, ele voltou para a casa após cometer o crime, informou à família que a mesma estava desaparecida, disse que a última vez que falou com ela foi quando estava fazendo compras em uma loja. Para que ninguém tentasse falar com ela, ele escondeu e desligou seu aparelho de celular.

Ela foi sepultada com muita tristeza e comoção por parte da família e amigos, no Cemitério Jardim das Acácias.

Todos estão chocados com tamanha brutalidade.

Logo que começou as investigações, a polícia seguia duas linhas. O primeiro suspeito era Adilson Prado Lima Junior, 25 anos. O segundo seria o ex-noivo e pai do primeiro filho de Daiane. A polícia descartou a hipótese do segundo, pois o mesmo estava viajado para Aracaju exatamente no dia do desaparecimento da jovem.

Para a polícia, Adilson demonstrava um comportamento bem estranho, principalmente quando o corpo da vítima foi encontrado. Ele foi várias vezes na delegacia acompanhado por um advogado.

Os policiais perceberam que Adilson demonstrava tranquilidade quando disseram a ele sobre o corpo de Daiane. Eles notaram que ele não quis ver o cadáver na mata. Quando foi fazer seu depoimento, acabou se entregando.

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