Mais um crime grave envolvendo crianças foi registrado no Brasil e deixa milhares de mães preocupadas com seus filhos. As crianças não estão sabendo mais conviver harmoniosamente, e isso preocupa os pais, que não sabem se os seus filhos vão chegar vivos em casa. Um jovem de 12 anos perdeu a sua vida após insultar frequentemente o seu agressor, um menino de apenas nove anos. O suspeito pelo crime era constantemente ridicularizado pelo adolescente de doze anos por ser estrábico. O crime aconteceu nesta segunda-feira (18), em São Paulo, na cidade de Várzea Paulista, e a população local está abalada com o crime.

Prática de bullying fez menino de apenas nove anos matar o colega

Mais um crime motivado pela prática do bullying acontece e levanta novamente o debate comum entre as crianças, principalmente nas escolas. Faz pouco tempo que um menino atirou contra quatro colegas no Colégio Goyazes, em Goiânia - GO. O crime teria sido motivado também por bullying. O menino seria chamado de ‘fedorento’ e acabou matando dois amigos na escola.

Muitos pais se perguntam se a escola é um ambiente seguro e de que forma o bullying poderá ser erradicado do convívio das crianças.

Enquanto isso não acontece, mais crimes como esse poderão acontecer, levando a vida de crianças inocentes que são vítimas daqueles que elas zombaram durante muito tempo.

Criança não responderá criminalmente por ser nova demais

O crime chocou pelo fato do menino ser tão novo e mostrou que crianças que sofrem bullying podem ser agressivas com os seus insultadores.

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Polícia

A criança era constantemente chamada pelo jovem que morreu de ‘galo cego’ e ‘caolho’, por ter uma deficiência ocular que faz com que seus olhos não sejam alinhados. O menino cansou dos insultos e partiu para a agressão contra o garoto no momento em que ele brincava com outras crianças.

O menino bateu por diversas vezes na cabeça do jovem com um pedaço de pau que ele encontrou na rua. O garoto chegou a ser socorrido depois da agressão e foi encaminhado para o Hospital Universitário de Jundiaí (SP), mas não resistiu aos ferimentos provocados pelas pauladas na cabeça.

Não existe legislação que faça com que a criança de apenas nove anos responda pelo crime, e o caso foi encaminhado para a Vara da Infância e da Juventude para que o destino da criança seja decidido.

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