O Bispo Rogério Formigoni concedeu uma entrevista para o Pânico, da rádio Jovem Pan, nessa terça-feira (5). Ele tem um projeto de tratamento para a cura dos vícios com a finalidade de libertação dos dependentes. Formigoni já esteve em mais de 40 países. O livro '’A Última Pedra’’ já vendeu mais de 2 milhões e meio de exemplares. Ele [e coordenador e realizador do projeto ‘’Tratamento para a Cura dos Vícios.’’

Sem dúvida, as drogas são um problema social muito grande. Prova disto é que, segundo a Agência Brasil, de 2011 a 2014 o governo investiu R$ 3,6 bilhões em ações do Programa de Políticas sobre Drogas – Crack, É Possível Vencer, sendo coordenado pelo Ministério da Justiça (MJ).

A Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas) acrescentou em 2015 à Agência Brasil que as abordagens aos dependentes só podem ser feitas por meio social e de saúde. É isto que o bispo da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) vem tentando fazer, trazer as pessoas de forma espontânea para seu método de tratamento da cura dos vícios.

O problema do vício e do viciado, segundo o especialista

Em entrevista, o bispo Rogério Formigoni ressaltou que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vício é uma doença incurável, progressiva, e fatal. Assim sendo, a pessoa que vem com a tese que o vício tem cura está contrapondo tudo isso. Para que alguém apresentar uma tese contrária é preciso mostrar fatos.

"E aí a gente corre o mundo todo apresentando e provando que vício tem cura. Então, a cada hora, assim como vento onde ele bate, a gente vai", afirmou Formigoni.

Segundo o bispo, a prova que o vício tem cura são as próprias pessoas que buscam o tratamento. Inclusive, há pessoas que passaram até mesmo por 30 anos de internação.

Não obstante, existem também pessoas que já gastaram muito dinheiro com clínicas e com drogas.

Formigoni explicou que o problema do viciado é a vontade. "Acabou a vontade, acabou o desejo", disse. Após acabar o desejo e findar a vontade, a mentalidade do indivíduo viciado muda de maneira drástica.

Bispo Rogério Formigoni explica como vencer o vício nos dias atuais

Após ser perguntado sobre o uso das redes sociais, o bispo deixou bem claro para os participantes e ouvintes que o vício é toda a ação repetitiva que provoca um dano. Partindo disto, Formigoni explicou que há pessoas viciadas em diversas coisas, inclusive na internet, na pornografia, em drogas (sejam elas lícitas ou ilícitas) e em jogos.

Formigoni também citou que há pessoas que ficam horas na frente do computador vendo material adulto. Na entrevista, o bispo foi questionado quanto a fuga no sentido de que os seres humanos precisam (não necessariamente) ter. Quanto a esta questão, o bispo também deu uma resposta: "Se você tiver alguém lhe guiando e lhe dirigindo, esse mesmo Deus que te guia que te dirige é o que vai te dar força, coragem, ousadia, intrepidez pra vencer as lutas os problemas e que nas horas difíceis 'por que você vai enfrentar horas difíceis' disse.

“Você vai enfrentar dias difíceis, notícias difíceis, e que você apegado a fé, sem ser fanático, consegue equilibrar tudo isso. Você consegue ser guiado por tudo isso e colocar sua vida em um trilho sem precisar recorrer a uma substância", pontuou Rogério Formigoni.

O fenômeno crescente emergente nas igrejas evangélicas

Para a surpresa de muitos, o tratamento e cura dos vícios é um fenômeno que vem se tornado comum, principalmente nas igrejas pentecostais e neopentecostais no que diz respeito a ser ministrado, no qual é realizado uma espécie de tratamento espiritual com um poder dado sobrenaturalmente a quem ministra ou por quem ministra ou aplica.

Além do bispo Rogério Formigoni, vários outros administram e aplicam sobre as pessoas viciadas, não apenas de vícios de drogas, como também emocionais, traumas e uma infinidade de problemas.

Um exemplo disto é o pastor Jerônimo Onofre da Silveira, da Igreja Quadrangular, que ministra algo semelhante o chamado ‘’Milagre de Manassés’’, que faz a pessoa se esquecer dos vícios, além da ‘’Unção de Efraim’’, ambos baseados em Gênesis 41:51-52:

Como também o apóstolo Agenor Duque, presidente da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Como visto no vídeo abaixo, na chamada de uma campanha para a televisão feita há 4 anos atrás, na qual a viciada e demais pessoas são livres dos vícios:

Os pentecostais e neopentecostais se referem à aplicação como uma unção, que nada mais é do que uma capacidade sobrenatural, segundo eles, dada por Deus por meio imposição, conforme feita na Bíblia pelo apóstolo Paulo ao evangelista Timóteo, seu filho na fé.

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