Um carcereiro reagiu a uma tentativa de assalto em Praia Grande, município da Região Metropolitana da Baixada Santista, no estado de São Paulo.

O carcereiro estava acompanhado de sua esposa e foi até ao banco para retirar um dinheiro. Quando eles saíram do banco, entraram no carro que estava na Rua Tamoios, e foram em direção a um estabelecimento comercial para procurar um pneu.

Quando o casal saiu da loja, foi surpreendido por dois elementos em uma Honda Falcon vermelha. Assim que os elementos se aproximaram do casal, exigiram o dinheiro que eles haviam retirado minutos antes no banco.

O que os assaltantes não sabiam, era que o homem, vítima de assalto, era um carcereiro lotado na Delegacia de Mongaguá, de São Paulo. Como um dos assaltantes estava com a arma apontada para cabeça dele, o mesmo resolveu entregar o dinheiro.

Assim que os elementos iam empreender fuga, o carcereiro sacou a arma, apontou em direção aos assaltantes e fez diversos disparos. Na troca de tiros, o carcereiro acabou sendo baleado, mas continuou atirando e conseguiu matar um dos elementos. O comparsa viu que o amigo estava morto e resolveu empreender fuga, levando o dinheiro.

Em seguida, uma viatura da polícia militar chegou ao local e viu o elemento morto no chão. Uma ambulância do Instituto Médico Legal (IML) compareceu ao local. O laudo da morte apontou que o indivíduo levou dois tiros, onde um pegou na barriga e o outro próximo a costela. Ele foi identificado como Luiz Gustavo Santana Barreto, de 23 anos.

Luiz Gustavo era um velho conhecido da polícia, pois tinha três passagens por roubo pelo 102° Delegacia de Polícia. Um investigador-chefe informou que o elemento havia acabado de sair da prisão e já estava realizando diversos crimes na região.

A Polícia Civil foi até o local do crime, recolheu alguns depoimentos e conseguiu pegar algumas filmagens de câmeras de monitoramento da região. Até o momento, o comparsa de Gustavo ainda não foi localizado.

No hospital, o carcereiro disse que havia feito um saque no valor de 5 mil reais no banco do Itaú para pagar algumas pessoas. Ele aproveitou a ocasião e foi até uma loja para comprar pneus para o seu carro.

O carcereiro levou um tiro de raspão na orelha direita e outro em um dos ombros. Ele continua internado no Hospital Irmã Dulce, mas seu estado clínico é considerado bom.

Já sua esposa, que presenciou a troca de tiros, não foi atingida e apesar do susto, passa bem.

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