Um homem de 20 anos foi detido na última terça-feira (2) suspeito de ter efetuado os disparos que acabou matando o menino Arthur Aparecido Bencid Silva, 5. o pedido de sua prisão foi indeferido pela Justiça de São Paulo, que concluiu que não havia elementos concretos para decretar a prisão preventiva. O homem foi liberado na madrugada desta quarta-feira (3) segundo informações da Polícia Civil.

O delegado Antônio Sucupira Neto, do 89º Distrito Policial, disse que o juiz negou o pedido da prisão preventiva para o suspeito por acreditar que não havia elementos suficientes que comprovassem de fato que o autor do crime seria o suspeito.

Segundo informações do delegado o homem suspeito do crime, afirmou que sua situação trabalhista é de desemprego há mais de três meses. Ele disse no depoimento que havia dado tiros para cima durante um evento comemorativo à chegada do ano novo. Ele efetuou os disparos perto de sua residência, no bairro Jardim das Imbuias, distante de Jardim Taboão, onde aconteceram os disparos que foram fatais para o menino Arthur.

Conforme a investigação informou, se o que o suspeito disse for verdadeiro, não poderá ser incriminado, pois é muito difícil de atingir alguém no bairro onde a criança foi atingida de onde o suspeito estava.

O calibre da arma do investigado é 38. Conforme a análise feita pela perícia, Arthur foi atingido em seu crânio por uma bala de arma com calibre similar.

Quando o suspeito foi detido portando a arma que usou nos disparos já era na madrugada do primeiro dia do ano de 2018. Ele conseguiu ser liberado quando pagau uma fiança estipulada em R$ 500,00.

Os policiais nem consideraram que o homem ficou preso, eles disseram que ele ficou apenas retido em uma sala com a presença de seu irmão, aguardando o momento que prestaria seu depoimento.

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Polícia

Fontes telefônicas

Segundo informação do delegado os policiais chegaram até o suspeito quando durante uma investigação que faziam na região interceptaram um telefonema, que através da mesma em operações paralelas obtiveram informações do nome do suspeito que teria disparado em festa de fim de ano.

Em investigação a polícia conseguiu a identidade do suspeito e, em seguida o endereço residencial, onde o encontraram e conduziram ao 89º DP. Como ele depôs e foi liberado em seguida, os investigadores querem que seja realizado o exame balístico para aferir se as balas utilizadas na morte de Arthur seja a mesma do suspeito.

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