Arthur Aparecido Bencid Silva, de 5 anos de idade, era um menino alegre, brincalhão e muito amoroso com a família. Apesar de ser bastante agitado, o menino sempre obedecia as ordens ou repreensões vindas da família.

Na escola, Arthur era do tipo amigo de todos. Professores e funcionários da escola afirmam que ele era muito inteligente, mas gostava de uma bagunça.

Arthur tem terrível surpresa no Ano novo

O menino sempre gostou de datas como Natal e Ano Novo. Em dezembro, não houve um só dia em que Arthur não tenha perguntado para a mãe se o Ano Novo iria demorar muito. Até que a data tão desejada chegou, e consigo trouxe amigos e familiares que o menino não via há algum tempo e adorava brincar.

O menino, como de costume, chamou os amiguinhos e foi brincar. Nesse momento, a mãe lhe dá um beijo e diz para Arthur não sair de perto.

Na madrugada dessa segunda-feira (1º), enquanto brincavam, hora ou outra o menino se assustava com os barulhos dos fogos e tentava assustar os amigos. No momento da queima de fogos oficial do Réveillon, o menino olha para o céu e fica impressionado com as luzes brilhando no alto. Nesse momento, um som diferente é percebido por todos. Imediatamente, Arthur cai no chão. Desesperada, a mãe corre gritando e pega o filho nos braços.

A mãe de Arthur não entende o que aconteceu

Ao pegar o filho nos braços, ela percebe que a cabeça está sangrando e imagina que o menino bateu a cabeça ao desmaiar.

Ela pede para alguém ligar para uma ambulância. Após algumas tentativas, os familiares são informados que não há ambulâncias naquele momento. É nesse momento que a mãe do menino desesperada pega o filho põe em um carro e o leva ao Hospital Family, em Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo.

Ao chegar lá, o menino foi submetido a uma tomografia no crânio. Nesse momento, os médicos informam a mãe do menino que ele foi atingido por uma bala perdida. Devido a gravidade da lesão, o menino precisou ser transferido para o Hospital Geral de Pirajussara. Novamente sem ambulância, a família precisou pagar por uma.

Segundo os familiares, nenhum médico acompanhou a transferência de hospital na ambulância.

Segundo a assessoria do Hospital Family, dois médicos acompanharam a transferência. O hospital informou também que não tem UTI pediátrica (Unidade de Terapia Intensiva) e que, por este motivo, a transferência foi necessária. Arthur acabou sendo internado às 6h20 do dia 1º de janeiro, mais de 5 horas depois do ocorrido. Ele não resistiu e na noite do primeiro dia do ano, os médicos anunciaram a morte do menino Arthur.

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