O estupro é considerado um dos crimes mais graves, de acordo com a visão dos próprios bandidos. Tido como um ato imperdoável, criminosos que chegam às penitenciárias do Brasil para cumprir pena por abuso sexual são amplamente recepcionados pelos colegas de cela, com uma festinha de boas-vindas.

Cometido a todo o tempo no Brasil e no mundo, o estupro é um dos crimes mais brutais que podem ser cometidos pelo homem. O ato, que envolve total humilhação e submissão, aterroriza milhões de mulheres ao redor do mundo. Não sendo ser perdoado nem mesmo por outros criminosos tamanha a sua brutalidade, o estupro é repudiado nas cadeias e vai contra os princípios da maioria dos presos.

Mantendo uma espécie de ''tribunal do crime'', diversos presidiários, em sua maioria líderes de facções criminosas conhecidas no país, julgam e executam penas pesadas aos parceiros de cela presos sob a acusação de terem abusado sexualmente de mulheres e crianças. Alvos de penas cruéis, como abusos íntimos, que envolvem total humilhação diante dos demais detentos, os estupradores realmente não tem vez quando caem nas garras de outros presos.

Na Bahia, estupradores são cruelmente abusados por colegas de cela e obrigados a fazer oral em parceiro

Um episódio recente de ‘’justiça carcerária’’ vem chamando a atenção dos internautas de todo o Brasil. O caso aconteceu e foi filmado na quinta-feira passada (11) no interior da Penitenciária de Camaçari, na Bahia.

As imagens mostram dois presos sendo amplamente abusados por outros presos e ambos realizando atividade íntima oral um no outro e nos demais encarcerados.

A prisão dos acusados, identificados como Daniel Neves Santos Filho e Carlos Alberto Neres Júnior, teria se dado após a dupla invadir uma casa e exigir, durante um assalto, a quantia de R$ 70 mil do casal Juvenal Amaral Neto, de 57 anos, e Kelly Cristina Amaral, de 44.

Se negando a entregar o dinheiro, os criminosos teriam estuprado a mulher e espancado Juvenal, que presenciou todo o abuso realizado contra a esposa.

O assalto, que resultou em latrocínio (roubo seguido de morte), culminou com os corpos do casal enterrados em uma cova feita pelos bandidos no quintal da casa das vítimas.

Presos pela polícia local, os suspeitos foram levados para a Penitenciária de Camaçari, onde foram recepcionados de forma nada simpática pelos colegas de cela, que fizeram questão de filmar a recepção e rotina dos estupradores, divulgando as cenas pelo WhatsApp.

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