Um agressor sexual pode ter algum relacionamento com uma vítima, e isso inclui um membro da família. Existem muitos termos diferentes para se referir à agressão sexual cometida por uma pessoa em um relacionamento com a vítima, incluindo Violência sexual, violência doméstica e estupro.

A agressão sexual muitas vezes ocorre na forma de comportamento abusivo. A maioria das vítimas agredidas fisicamente por um membro da família sofre violência sexual.

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Foi exatamente o que aconteceu com duas adolescentes, uma de 14 e outra de 18 anos, que foram abusadas por um membro da família. Devidos os abusos, uma das vítimas acabou ficando grávida do acusado, que é padrasto das vítimas.

Entenda com tudo aconteceu

A Polícia da cidade de Cáceres, a cerca de 216 quilômetros de Cuiabá (MT), está investigando um caso de abuso sexual praticado por J. N. C, de 46 anos, suspeito de ter estuprado as enteadas. Conforme informações repassadas pelos policiais, o acusado, que é um pastor evangélico, já cometia os abusos contra as vítimas há algum tempo.

Uma das meninas acabou ficando grávida do pastor e denunciou o caso.

Segundo ela, os abusos aconteciam sempre da mesma forma quando a mãe estava ausente de casa pelo fato de trabalhar em dois empregos diferentes. De acordo com a vítima mais velha, os abusos começaram no ano de 2016, quando a irmã tinha 13 anos. Na época, a menina relatou para a mãe que o suspeito havia passado a mão em suas partes íntimas. A mulher teve uma discussão com o esposo e o mandou embora, mas o suspeito se recusou a sair de casa e os abusos continuaram.

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A vítima mais velha disse que no mês de setembro de 2016 foi abusada pelo pastor pela primeira vez.

Na ocasião, a jovem disse que foi abusada pelo padrasto na cozinha de casa, fato que se repetiu outras vezes ao longo dos meses. Narrando o fato, a jovem disse que, após alguns meses, notou que estava grávida do pastor. Ao contar sobre gravidez para o padrasto, ele disse que era para ela mentir que estava grávida de outra pessoa, caso ao contrário iria matá-la.

Uma das vítimas, A.G.M., de 18 anos, disse que assim que seu filho nasceu, as brigas entre o padrasto e a mãe se tornaram constantes, até que os dois se separaram. Segundo ela, após a separação, decidiu contar toda e verdade para a mãe, pois a criança estava cada dia mais parecida com o suspeito e a progenitora perguntou sobre a semelhança. O acusado dos abusos está morando na cidade de Rio Branco, no Acre. A Delegacia da Mulher de Cáceres está investigando o caso.

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