Nos últimos anos nunca um imóvel foi tão comentado no Brasil e no mundo. Desde a intenção da família de Lula de adquirir um triplex no litoral de São Paulo nunca houve tanto interesse em saber sobre o futuro do imóvel. A repercussão tem sido grande porque a forma como a família estava adquirindo levou o Ministério Público a acusar o ex-presidente de lavagem de dinheiro e pagamento de propina para adquirir o bem.

Após a decisão da justiça em condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o principal responsável pela condenação de Lula, o triplex em Guarujá, no litoral paulista, será leiloado.

Por determinação do juiz Sérgio Moro o apartamento será vendido em leilão público, esse triplex foi considerado como um bem adquirido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um processo movido pelo Ministério Público Federal.

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Tudo o que for conseguido por meio do leilão será transformado em benefício da Petrobras, que para Moro é a maior vítima do crime de corrupção.

Os advogados de Lula afirmaram que essa decisão é uma ação que visa impedir novas decisões da justiça que apenas reiteram que o triplex nunca foi do ex-presidente, que não há provas legítimas que ele tenha adquirido o imóvel.

O Juiz Sérgio Moro afirmou que o triplex foi penhorado pelo fato de ser oriundo de uma ação criminosa e que o mesmo está sendo disposto a um sequestro ou confisco e não à garantia por um credor cível ou mesmo a um concurso de credores.

Moro manda leiloar triplex atribuído a Lula
Moro manda leiloar triplex atribuído a Lula

Como não está ocorrendo recolhimento do IPTU o juíz afirmou que há uma crença natural de que o bem está completamente abandonado. Ele afirmou que nem o ex-presidente e a OAS se dispuseram a efetuar pagamentos de imposto, segundo Moro o abandono pode desvalorizar o bem, impedido de beneficiar a vítima, a Petrobras.

Julgamento de Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já foi condenado na primeira e segunda instâncias em um processo que envolve o imóvel que será leiloado (triplex em Guarujá-SP), a condenação na primeira instância foi de 9 anos e 6 meses; em segunda instância, a pena foi de 12 anos e 1 mês de prisão, tendo seu início em regime fechado.

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Quem promoveu a acusação contra Lula foi o Ministério Público, ele foi acusado de receber propina da empresa OAS. Segundo a acusação houve lavagem de dinheiro no valor de R$ 2,2 milhões.

A defesa insiste em afirma que os recursos que comprovam a inocência de Lula foram totalmente ignorados pelas duas instâncias, disseram que foram uma decisão completamente política.

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