Festa mais popular do Brasil, o carnaval [VIDEO] deixou um rastro de alegria e diversão aos foliões do Rio de Janeiro, mas, infelizmente, não foi só isso que ficou para trás após os dias de festejo. Segundo informado pela Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), mais de 486 toneladas de lixo foram recolhidas em toda a cidade após o #Carnaval de 2018.

Segundo reportagem veiculada pelo jornal O Globo, o bairro “campeão” do lixo foi Copacabana, onde 35 toneladas de lixo foram recolhidas. Na segunda posição ficou o bloco Cordão do Bola Preta, que deixou um rastro de 27,6 toneladas de lixo. O total de mais de 486 toneladas de lixo recolhidas em 2018 representam um avanço em relação ao carnaval de 2017, quando pouco mais de 450 toneladas foram recolhidas.

Além disso, a reportagem do jornal carioca também informa que, até esta terça-feira, dia 13, ao menos 642 pessoas foram multadas, sendo 544 por urinar em locais públicos e 98 por jogar lixo em locais proibidos. O Metrô do Rio também informou que o volume de lixo recolhido nos vagões de seus trens durante os três dias de carnaval foi superior a 476 mil litros, que superam em cinco vezes o total recolhido em três dias úteis normais durante o decorrer do ano.

#prefeitura critica desfila da Mangueira

A Prefeitura do Rio de Janeiro emitiu uma nota oficial através da RioTur na última segunda-feira, dia 12, onde criticou o desfile da Estação Primeira de Mangueira. A desavença entre a agremiação e a prefeitura se deve a um carro alegórico da escola que mostrava um boneco do prefeito Marcelo Crivello ao lado dos dizeres: “Prefeito, pecado é não brincar o carnaval!”.

A prefeitura classificou a manifestação como “falta de respeito” e “ofensa gratuita”, rebatendo acusações de que não teria apoiado o carnaval e afirmando que, apesar da crise financeira enfrentada pelo município, “quase 80 milhões” de reais foram investidos no carnaval de 2018.

Crivella também foi criticado pelo senador e ex-jogador Romário Faria (PODE-RJ), que o chamou de “o pior prefeito que nós tivemos”. #riodejaneiro