Um fato envolvendo a cidade de Riachão das Neves, localizada no Oeste do estado da Bahia, teve repercussão em todo o país. Isso porque acredita-se que uma mulher, de apenas 37 anos, tenha sido enterrada viva e que teria tentado sair do seu caixão cerca de dez dias após o seu enterro. A mulher, segundo muitas testemunhas, teria sido alvo de um grave erro médico [VIDEO]. Ela ainda não teria falecido, quando o enterro aconteceu. Vizinhos do cemitério narram até barulhos vindos de dentro do túmulo. No entanto, ao tentar tirar a mulher do local, o seu corpo estava revirado.

Mulher de 37 anos 'ressuscita' 10 dias após o seu enterro e 'morre de novo'

A mulher foi identificada como Rosângela Almeida dos Santos.

Os familiares dela dizem que o corpo dela foi encontrado revirado no túmulo, com ferimentos nas mãos e testa, como se tivesse tentado sair do caixão após o sepultamento. A mãe da vítima, Germana de Almeida, conta que até os pregos que, normalmente, ficam em cima do caixão, estavam soltos. Ela ainda diz que a mão de sua herdeira estava ferida e que ela teria esmurrado o caixão para conseguir sair.

Gritos de suposta morta são ouvidos por vizinhos. Hospital e Polícia vão apurar

Moradores da região confirmaram que o corpo da mulher estava ainda quente, quando os familiares conseguiram tirar Rosangela do caixão. O túmulo foi revirado e violado pela família, que, no desespero, queria apenas tirar a parente daquela condição. Os familiares ainda argumentam que ela estaria batendo dentro do utensílio fúnebre, tendo como único objetivo deixar o local.

A polícia e o hospital já confirmaram que o caso vai ser investigado.

'Gemeu duas vezes', diz testemunha

Em entrevista ao portal de notícias G1, a dona de casa Natalina Silva falou sobre o tema. Ela disse que chegou a pensar que eram as crianças que estavam brincando com algo no cemitério, já que é comum na região terem brincadeiras, mas confessa que ouviu os barulhos. Oficialmente, a causa da morte foi um choque séptico da paciente. No entanto, os familiares da mulher argumentam agora que os médicos teriam sido omissos ao prestarem atendimento a ela. O Hospital onde ela recebeu o atendimento disse que vai ajudar nas investigações.

Hoje em dia situações assim são bem raras, já que existem testes básicos para saber se alguém realmente morreu. No entanto, no passado, essa característica era bastante comum, no final do século XIX, por exemplo.