Um presidiário foi encontrado morto dentro de uma penitenciária de Lavínia, localizada em São Paulo. O caso foi protocolado na noite desta última segunda-feira (26).

De acordo com algumas informações sobre o caso, alguns funcionários estavam realizando a contagem dos presos e acabaram percebendo a ausência de um dos internos. Os agentes penitenciários começara a procurar o preso que estava faltando e acabaram encontrando o mesmo com uma corda enrolada no pescoço. No primeiro momento, os funcionários tentaram realizar os primeiros atendimentos médicos, mas o interno se encontrava sem sinal de vida.

A polícia civil compareceu no local para fazer uma perícia. Uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) também compareceu no local para retirar o corpo do detento que não teve a identidade revelada por motivos de segurança. De acordo com esse caso, os funcionários informaram que o presidiário teria se desentendido durante um banho de sol. Diante disso, alguns presos resolveram fazer justiça com as próprias mãos, enforcando o presidiário até a morte. A polícia que está investigando o caso, já conseguiu identificar dois suspeitos que participaram do crime.

O que poderá acontecer com os envolvidos no crime?

Os envolvidos que participaram na morte do detento, irão responder pelo crime de homicídio. Segundo o código penal brasileiro, os responsáveis poderão pegar de 12 a 20 anos de prisão. Tudo dependerá das condições do crime, além do clamor do júri popular.

Crimes em penitenciárias

Mensalmente, algum crime acontece em alguma penitenciária brasileira. Isso pode está ligado a vários fatores, como a disputa de facções ou até mesmo desentendimento.

Diante disso, os internos tentaram cometer os crimes dentro das penitenciárias com todos os materiais disponíveis. Em algumas situações, muitos internos conseguem fazer armas artesanais, que entram na penitenciária através do dia de visita.

Atualmente, poucas penitenciárias brasileiras têm um equipamento para impedir a entrada de parentes com metais pelo corpo. Diante disso, alguns agentes penitenciários precisam levar os familiares até uma sala reservada, para que uma revista íntima possa ser realizada, na tentativa de saber se algo está sendo levado de forma ilegal.

Segundo algumas informações sobre esse fato, os agentes penitenciários podem revistar qualquer pessoa que aparentar ser suspeita.

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