A Polícia está investigando uma execução de um adolescente que aconteceu na última quinta-feira (19), em Trancoso, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia. A vítima foi identificada pelas autoridades como Brisa Mares de Almeida, de apenas 17 anos. Para a polícia o principal suspeito de ter mandado assassinar a adolescente é o ex-namorado da jovem identificado apenas como Rafael, de 25 anos, que está preso em regime fechado por tráfico de drogas na cidade de Eunápolis.

De acordo com a polícia, Brisa foi morta em plena luz do dia quando voltava para casa na garupa de um mototaxista, no bairro Mirante Rio Verde.

As primeiras investigações da polícia, a jovem foi surpreendida por um homem que estava escondido dentro de um matagal no momento que passava pelo local. Brisa ainda foi socorrida com vida e levada para uma unidade médica, mas acabou morrendo. O mototaxista não ficou ferido.

Vítima já havia sido ameaçada de morte pelo ex-namorado

De acordo com o site G1, Rafael a cerca de dois anos havia postado uma foto na rede social Facebook ameando a vítima. Na foto o suspeito escreveu uma frase te amo com munições, e um bilhete dizendo que tomas as balas eram para ela caso ela lhe traísse com alguém. De acordo com o delegado Sinézio Vieira Neto, que está a frente das investigações, o casal se separaram há cerca de um ano, logo após ele ter sido preso por tráfico de drogas, porém, ele nunca aceitou o fim do relacionamento.

Outro caso semelhante

Uma estudante foi esfaqueada até a morte do lado de fora de sua faculdade em KK Nagar, no sul de Chennai, no dia 9 de março. A vítima M Aswini, aluna do primeiro ano da B. Com na Academia de Ensino Superior e Pesquisa Meenakshi, estava andando no ponto de ônibus à tarde com algumas de suas amigas, quando o perseguidor, Alagesan, de 26 anos, atacou-a com um punhal. O perseguidor não só esfaqueou a garota, mas também a degolou.

Ele foi então pego pelos transeuntes e espancado antes de ser entregue à polícia.

O delinquente acabou sendo enviado para a Prisão Central de Puzhal. A polícia disse que Alagesan, que trabalhava com uma agência de abastecimento de água, queria se casar com Aswini. Em 14 de fevereiro, ele entrou na casa de Aswini e amarrou à força um "thali" em volta do pescoço, dizendo que ela agora era sua esposa.

A família apresentou uma queixa após o incidente de fevereiro e Alagesan disse que ele ficaria longe de Aswini, mas ele continuou a segui-la. Até o dia do crime.

Leia também

Pai chama amigos para violentar a própria filha junto com ele por 18 horas

Não perca a nossa página no Facebook!