Na véspera do julgamento do Supremo Tribunal Federal [VIDEO] (#STF) que decidirá sobre o pedido de habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva [VIDEO] (PT), manifestantes pró e contra #Lula já se preparam para sair as ruas nesta terça-feira, dia 3.

A sessão que pode definir a prisão ou liberdade do ex-presidente será realizada em Brasília nesta quarta-feira, dia 4, e deve mexer com os ânimos do cenário político do país. Ao todo, 21 estados já têm protestos programados, com parte deles se iniciando ainda nesta terça. As informações foram veiculadas pelo jornal O Estado de Minas.

Um dos principais grupos contrários ao ex-presidente Lula, o Movimento Brasil Livre (MBL) realizou vaquinhas online para custear o deslocamento de manifestantes, e convocou protestos em mais de 70 cidades do país.

O grupo prepara uma #Manifestação em Brasília a ser realizada em frente ao STF.

Outro grupo a favor da prisão de Lula é o Vem pra Rua, que convocou atos em 111 cidades brasileiras, sendo a principal São Paulo, onde os manifestantes devem se reunir na Avenida Paulista, principal cartão postal da cidade.

Já movimentos populares e trabalhistas como a CUT preparam manifestações a favor do ex-presidente Lula. Em Brasília, o grupo se reunirá em frente à Catedral da Esplanada dos Ministérios. O grupo também fará uma vigília na frente do STF, marcada para o meio-dia desta quarta-feira.

Nesta segunda-feira, dia 2, a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal (SSP/DF) realizou reuniões com representantes das manifestações e com as forças de segurança locais para definir as estratégias de segurança e as condições para as realizações dos atos públicos.

Na reunião, ficou definido que policiais militares irão criar um cordão de isolamento entre os dois grupos. A SSP/DF espera cerca de 20 mil manifestantes. O órgão permitiu o uso de três carros de som previamente cadastrados de cada lado. Está proibido o uso e a entrada com fogos de artifício, sprays, bonecos infláveis grandes e produtos inflamáveis. A Polícia Militar (PM) também deverá realizar revistas nos manifestantes que participarão dos atos.