Um homem, identificado como Clayton Alberto dos Santos, de 25 de idade, morreu queimado após alguns moradores resolverem fazer justiça com as próprias mãos. O caso foi registrado no início da noite desta quinta-feira (12), na zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com algumas informações preliminares sobre o caso, um homem estava agredindo o seu animal de estimação durante alguns dias. Diante disso, alguns moradores locais não aceitaram esse tipo de tratamento e resolveram fazer justiça com as próprias mãos.

Os populares jogaram gasolina e incendiaram a casa com o homem dentro, sem deixar chances do mesmo se defender.

Como as chamas se alastraram rapidamente, o homem acabou não conseguindo sair a tempo do local e morreu queimado. Algumas viaturas do corpo de bombeiros chegaram a ser acionadas, mas era tarde demais. Como o fato é recente, ainda não tiveram informações das pessoas que participaram desse crime.

A Polícia Civil irá investigar esse caso, na tentativa de identificar todas as pessoas que participaram do homicídio do homem.

Até o fechamento dessa matéria, nenhum informação nova foi apresentada sobre o caso.

Facebook

Uma página no Facebook chegou a noticiar o ocorrido. Muitas pessoas que seguem a página argumentaram que a justiça não deveria ser feita com as próprias mãos. Nas últimas horas, essa notícia está dando o que falar nas redes sociais.

O que pode acontecer com os envolvidos no crime?

Se a polícia conseguir localizar algum envolvido no crime, o indivíduo irá responder por homicídio.

De acordo com o código penal brasileiro, o envolvido no crime poderá pegar de 12 a 20 anos de prisão, podendo ter a diminuição da pena caso haja bom comportamento dentro da cadeia.

Rio de Janeiro

Nos últimos anos, os policiais militares do Rio de Janeiro não tem recebido um treinamento bom para combater a guerra urbana na cidade. Diante disso, o Exército brasileiro resolveu realizar um curso de reciclagem com pouco mais de 100 policiais, na tentativa de aperfeiçoar o treinamento dos militares.

''A gente não está aqui para substituir os serviços oferecidos da Polícia Militar. Estamos apenas auxiliando com o trabalho de logística e instrução para os militares. Esse treinamento é como se fosse um atleta fora de forma que recebe um treinamento para recuperar o condicionamento físico'', informou um Porta-voz do Exército, o coronel Carlos Cinelli, nesta terça-feir.

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