Uma mulher foi presa pela Polícia na quarta-feira (25), acusada de permitir que a própria filha fosse vítima de violência sexual. A vítima tem apenas 11 anos, e era abusada sexualmente por um ex-vereador da cidade Santa Terezinha, Sertão de Pernambuco, com o consentimento da mãe. As primeiras investigações da polícia apontaram que a vítima era abusada no escritório do acusado.

Segundo o delegado Rodrigo Passos de Albuquerque, que está à frente das investigações, ficou comprovado que a mãe da vítima incentivava a menina pegar dinheiro o agressor sexual.

Rodrigo ainda disse que a mãe facilitava o encontro da filha com o parlamentar. De acordo com a polícia, a pena por exploração sexual de vulnerável vai de 4 a 10 anos de cadeia. Rodrigo relata pelo fato da acusada ser mãe da vítima a pena, caso ela seja declarada culpada, pode chegar até 15 anos de cadeia.

O crime de estupro

Um homem foi preso pela polícia no dia 12 de abril, acusado de agressão sexual contra uma garotinha de apenas 11 anos com problemas mentais. O crime veio à tona após o Conselho Tutelar da cidade relatado caso para a polícia.

O sujeito se encontra preso na Cadeia de São José do Egito.

Outro caso semelhante

Uma mulher em Kanpur, uma cidade no estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, alegou que um policial a estuprou a pretexto de casamento "Ele deveria estar atrás das grades e não de uniforme. Quero que ele seja punido por esse crime", disse ela. A polícia disse agora que um caso foi registrado e o assunto será investigado.

Entretanto, este não é o primeiro caso de um policial cometendo tal crime.

Uma mulher acusou em 2015 um inspetor e dois de seus subordinados de estuprá-la em uma delegacia de polícia em Deoband, UP. O incidente veio à tona depois que a mulher supostamente escreveu ao superintendente sênior de polícia de Saharanpur, RPS Yadav, revelando sua provação. A mulher disse que seu marido foi preso em um caso falso pela polícia de Deoband.

Quando ela se aproximou da polícia, o inspetor relatou que ele a ajudaria.

Um policial então foi até a casa dela no dia 6 de agosto e disse a ela que ela precisava ir à delegacia para algum trabalho. No entanto, o inspetor e os policiais a estupraram sob a mira de uma arma. Os policiais então a levaram de volta para sua casa e também a ameaçaram de falar sobre o incidente a qualquer um. A polícia também disse à mulher que, se ela falasse sobre o incidente, mais casos seriam movidos contra o marido.

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