Essa quinta-feira (24) foi um dia tenso para todos os brasileiros, já que a Greve dos Caminhoneiros afeta todo o país. Vários postos estão sem combustíveis, faltam alimentos em algumas regiões, além de medicamentos, utensílios, material para as indústrias e a pergunta que todos fazem é quando a greve chegará ao fim.

À noite veio uma notícia que trouxe alívio para a população, quando o governo anunciou o fim [VIDEO]da greve, pois estava cedendo em vários pontos.

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Porém, no início da manhã desta sexta-feira (25) o clima não é tão tranquilo quanto se esperava, muitos caminhoneiros não concordam com a proposta feita pelo Governo e desejam continuar com a paralisação.

Nessa quinta, Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, juntamente com outros ministros, anunciou o acordo para suspender a greve pelo menos pelos próximos 15 dias. Se de fato a greve dos caminhoneiros continuar hoje, será um grande problema [VIDEO]porque algumas entidades, incluindo a CNTA (Confederação Nacional dos Transportes Autônomos), assinaram o acordo que coloca fim na mobilização.

Porém, a Abcam (Associação Brasileira de Caminhoneiros), assim como a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros), não concordaram com a proposta do governo e rejeitaram o acordo. A CNTA ficou preocupada por nem todas as entidades concordarem com os termos e resolveu apresentar a proposta feita pelo governo para os caminhoneiros e saber o que eles acham.

No acordo oferecido pelo governo, 12 reivindicações feitas pelos caminhoneiros foram atendidas, pelo menos foi a promessa feita no Palácio do Planalto após quase sete horas de reuniões.

O problema é que a principal reivindicação não foi atendida, que diz respeito à isenção do PIS/Cofins para o óleo diesel. É justamente o não atendimento dessa questão que coloca em dúvida sobre o fim da greve.

Esta sexta pode ser o quinto dia de greve, mas é tudo muito incerto. Enquanto isso, a população vai tentando se adaptar a esta nova realidade, enquanto espera por um acordo, assim como os motoristas. O desabastecimento de combustíveis é problema em várias regiões do país, mas um dos maiores problemas são as fake news (notícias falsas) que começaram a circular nas redes sociais.

Muitas falsas informações alarmistas deixam as pessoas em pânico e elas correm até o supermercado para comprar alimento e estocar em casa. Outras pessoas veem isso e acabam fazendo o mesmo.

As próximas horas serão decisivas, pois os caminhoneiros irão debater a proposta do governo e sairá a decisão sobre o fim da greve ou não.